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Zuckerberg não cede à pressão dos acionistas e mantém controle do Facebook
Zuckerberg não cede à pressão dos acionistas e mantém controle do Facebook
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Zuckerberg não cede à pressão dos acionistas e mantém controle do Facebook

Tentativas de mudar a forma como maior rede social do mundo é controlada falharam. Afinal é Mark Zuckerberg que detém a palavra final

Da Redação

01/06/2019 às 12h23

Foto: Shutterstock

Mark Zuckerberg não deixará o seu posto de CEO do Facebook, tampouco terá menos poder sobre a empresa, apesar de acionistas pressionarem para que o executivo reduza seu protagonismo de decisão.

Na reunião anual da companhia, realizada na última quinta-feira (30), acionistas buscavam modificar a forma como Zuckerberg controla o Facebook. Entre as propostas estava a tentativa de transferir mais poder aos próprios acionistas e a criação de uma diretoria independente a Zuckerberg.

As tentativas falharam e, bem, sem nenhuma surpresa. Isso porque Zuckerberg detém a autoridade máxima em todos os votos dos acionistas. No final do dia, é Zuckerberg quem decide seu próprio destino em seu império de social media.

Acionistas não foram os únicos a pedirem a saída de Zuckerberg. Do lado de fora de onde a reunião acontecia, nas paredes do hotel, a projeção “Demitam Zuzck” não era das mais tímidas.

Desde que estourou o caso Cambridge Analytica, em março do ano passado, o fundador do Facebook tem se visto encurralado pelas pressões da mídia, organizações que buscam proteção à privacidade, governos e, claro, pelos acionistas. Entretanto, da forma como o Facebook é controlado hoje em dia, pouco mudará enquanto Zuckerberg tiver o maior poder de decisão.

O cofundador da rede social detém 16% das ações, mas conta com 60% dos direitos de votos do Facebook. O que torna impossível para acionistas, eventualmente, removerem de Zuckerberg o título de CEO.

 

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