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YouTube irá banir vídeos que negam o holocausto e promovam segregação
YouTube irá banir vídeos que negam o holocausto e promovam segregação
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YouTube irá banir vídeos que negam o holocausto e promovam segregação

Plataforma anunciou mudanças para lidar com a disseminação de discursos de ódio e desinformação

Da Redação

05/06/2019 às 21h30

Foto: Shutterstock

O YouTube anunciou nesta quarta-feira (05/06) novos compromissos para remover o discurso de ódio da plataforma. Vídeos com conteúdo discriminatório, que promovam segregação ou ainda aqueles que glorifiquem o nazismo serão banidos. Segundo a companhia, vídeos que também neguem o holocausto e episódios de violência, como massacres serão barrados. Vale lembrar que a decisão acontece cerca de três meses depois do atentado terrorista na Nova Zelândia, onde um atirador transmitiu o tiroteio pelo Facebook Live. Vídeos do atentado também foram compartilhados e viralizados no YouTube.

Segundo comunicado da plataforma, além de barrar vídeos de que violem as regras, o YouTube se comprometeu a destacar conteúdo de fontes sérias, redução na disseminação de conteúdo duvidoso e recompensa a criadores confiáveis.

Um dos problemas mais complexos que ferramentas como o YouTube, Facebook e Twitter enfrentam é a identificação do discurso de ódio. Categorizá-lo de forma automática e precisa é uma tarefa que também envolve o olhar humano. "Estamos analisando em detalhes nossa estratégia de combate ao discurso de ódio, e para isso consultamos dezenas de especialistas em temas como extremismo violento, supremacia, direitos civis e liberdade de expressão", informou o YouTube .

Segundo a plataforma, a partir de agora é proibido explicitamente a publicação de vídeos que afirmem a superioridade de um determinado grupo como justificativa para discriminação, segregação ou exclusão com base em características como idade, gênero, raça, casta, religião, orientação sexual ou situação de veterano de guerra. Como exemplo, isso incluiria vídeos promovendo ou elogiando a ideologia nazista, discriminatória por essência. "Finalmente, vamos tirar do ar conteúdo que negue a existência de episódios violentos fartamente documentados, como o Holocausto ou o massacre na escola Sandy Hook Elementary", prometeu.

A nova política mais rigorosa passa a valer a partir desta quarta-feira, mas o YouTube informa que será necessário algum tempo até que o sistema esteja totalmente calibrado. "A cobertura dessas regras será ampliada de forma gradual ao longo dos próximos meses", ressaltou.

Guerra contra fake news

Além dos vídeos que promovam a segregação, o YouTube também se comprometeu a trabalhar mais ativamente contra as fake news. Em janeiro, a empresa começou a limitar as recomendações de conteúdo duvidoso e informações enganosas e prejudiciais – como vídeos que promovem falsas curas milagrosas para doenças graves ou afirmando que a terra é plana.

Até o final de 2019, o YouTube diz que levará esse sistema atualizado para mais países. "Graças a essas mudanças, o número de visualizações resultantes de recomendações desse tipo de conteúdo caiu mais de 50% nos EUA", revelou. Segundo a companhia, o sistema da plataforma está ficando cada vez mais bem treinado para reconhecer vídeos que mereçam esse tratamento, e com o tempo será possível tomar medidas com mais e mais conteúdo duvidoso.

Outra estratégia de combate a fake news é a recomendação de vídeos de fontes idôneas. Se um usuário assistir um vídeo que se aproxima dos limites permitidos pelas regras do YouTube, o sistema da plataforma poderá mostrar mais vídeos de fontes confiáveis (como programas de notícias) no painel “Próximo”, sugerindo conteúdo de qualidade para ser assistido em seguida.

 

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