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WhatsApp processa grupo de espionagem por suposto ataque hacker
WhatsApp processa grupo de espionagem por suposto ataque hacker
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WhatsApp processa grupo de espionagem por suposto ataque hacker

Israelense NSO Group vende serviços de vigilância, principalmente para governos autoritários

Da Redação

01/11/2019 às 10h37

Foto: Shutterstock

O WhatsApp anunciou nesta semana que está processando a empresa israelense NSO Group no Tribunal Federal dos EUA. Will Cathcart, chefe do WhatsApp, afirmou que a empresa explorou uma vulnerabilidade do app com objetivo de atingir aproximadamente 1.400 smartphones com um "malware projetado para infectar e realizar vigilância de usuários específicos do WhatsApp". As informações são do Washington Post.  

De acordo com o jornal americano, o ataque permitiu que seus funcionários conseguissem acesso a câmera e microfone dos usuários infectados além de mensagens, e-mails e registro de ligações. O documento do processo foi publicado na íntegra pelo jornal e pode ser acessado pelo link.

Cathcart conta que o ataque foi direcionado para usuários específicos do app de mensagens. "Ele [o hack] teve como alvo pelo menos 100 defensores de direitos humanos, jornalistas e outros membros da sociedade civil em todo o mundo”, diz.

A NSO Group é de propriedade da Q Cyber Technologies, empresa israelense de criação de malwares direcionados a dispositivos móveis. A NSO Group e a Q Cyber Technologies compartilham algo em comum: ambas trabalham para uma grande variedade de governos, inclusive os governos autoritários de países do Oriente Médio.

Segundo o Washington Post, o hack teria sido responsável pela prisão de um ativista de direitos humanos nos Emirados Árabes. Ahmed Mansoor, foi preso e condenado a 10 anos de prisão depois que o malware da NSO foi usado para espioná-lo. Cathcart, chefe do WhatsApp, conta que a NSO negou envolvimento com o caso. "Mas nossa investigação descobriu o contrário”, escreveu o executivo.

Cathcart pediu que empresas de tecnologia se unam ao apelo feito por David Kaye, da Organização das Nações Unidas (ONU), que pede que governos parem de contratar serviços relacionados à venda, transferência e uso de ferramentas de vigilância como o malware da NSO Group.

O Washington Post procurou a NSO Group, mas não obteve resposta.

 

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