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Waymo alega que Uber sabia de segredos comerciais roubados por ex-funcionário
Waymo alega que Uber sabia de segredos comerciais roubados por ex-funcionário
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Waymo alega que Uber sabia de segredos comerciais roubados por ex-funcionário

Kalanick e outros executivos da Uber sabiam que Anthony Levandowski tinha discos contendo arquivos pertencentes à Waymo, alegou empresa em novos documentos

Da Redação

22/06/2017 às 13h59

Carro-Uber-Autonomo.jpg
Foto:

A maré de azar do Uber parece não ter um fim tão próximo. Envolvida em uma série de escândalos legais e éticos, incluindo aí a renúncia de Travis Kalanick do cargo de CEO, a companhia agora ganha um novo capítulo na batalha contra a Waymo, unidade de carros autônomos da Alphabet (que detém o Google).

Em novos documentos entregues ao tribunal, a Waymo alega que Kalanick e outros executivos da Uber sabiam que Anthony Levandowski, o ex-engenheiro da Alphabet e fundador da startup de caminhões autônomos Otto (comprada pela Uber), tinha cinco discos contendo arquivos pertencentes à empresa. 

O documento diz que, na fase de pré-aquisição da Otto em março de 2016, Kalanick disse a Levandowski para destruir os documentos e não levá-los para a Uber.  O engenheiro disse, logo depois, que havia destruído os discos.

Entenda o caso

Em fevereiro deste ano, a Waymo processou a Uber e a Otto sob a alegação de que Levandowski roubou 14.000 arquivos relacionados à sua tecnologia de veículos autônomos.  A Uber, por sua vez, afirma que desenvolveu de forma independente seu próprio sistema autônomo.

Ao levantar a tecnologia, a Uber supostamente construiu seu próprio sistema LiDAR (Light Detection and Ranging) dentro de nove meses, quando a Waymo vinha desenvolvendo a tecnologia há quase sete anos.

“A concorrência leal estimula a inovação tecnológica, mas o que aconteceu aqui não é uma concorrência justa”, disse a Waymo no processo judicial. 
 
O processo sublinha a competição acirrada na indústria de carros autônomos e como a batalha pode ser escalada. 
 
No mês passado, a Uber demitiu Levandowski que chegou a liderar a divisão de carros autônomos da companhia. De acordo com reportagem do New York Times, a recusa do executivo em colaborar com a empresa para provar sua inocência no caso teria sido o motivo para sua demissão.
 
 

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