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Você será substituído por um algoritmo de inteligência artificial?
Você será substituído por um algoritmo de inteligência artificial?
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Você será substituído por um algoritmo de inteligência artificial?

Há grandes chances que sim. Algoritmos já estão programando AI e até mesmo as competências em TI serão balançadas pelos avanços

Redação, com CIO EUA

31/05/2019 às 12h18

Foto: Shutterstock

Os algoritmos baseados em inteligência artificial agora estão lidando com empregos que antes eram considerados exclusivos de nós, seres humanos, cheios de complexos e complexidade. Isso inclui também médicos, advogados, professores e até mesmo profissionais dedicados a aprender as novas habilidade de um mercado digital.

Tenha como referência um levantamento feito pela consultoria McKinsey que estima que cerca de metade de todas as atividades de trabalho poderiam ser automatizadas usando a tecnologia de hoje, e que até 30% dos trabalhadores globais poderiam ser deslocados até 2030. Os empregos de outros milhões serão alterados para sempre pela inteligência artificial.

Mas nem tudo é notícia ruim. A automação também criará novos papéis e oportunidades que não existiam antes. Se esses novos empregos serão suficientes para substituir os que se tornaram obsoletos, é uma questão em aberto.

Afinal, você corre o risco de ser substituído por um algoritmo? Se sim, o que você pode fazer a respeito? Abaixo, o que você precisa saber sobre o nosso glorioso futuro robótico.

Reconheça os riscos

Os trabalhos em TI que envolvem trabalhos repetitivos e muitas vezes manuais e que não exigem muito critério humano serão os primeiros a serem substituídos. De acordo com pesquisadores da Universidade de Oxford e da Kellogg School of Management da Universidade Northwestern, os administradores de bancos de dados têm uma chance de 39% de ter seus trabalhos automatizados. Se você é um técnico em operações de TI, esse número sobe para 78%.

Nem tudo está perdido - Como a TI é continuamente solicitada a fazer mais a cada ano, geralmente sem um grande aumento no orçamento, os departamentos de TI estão mais propensos a transferir os funcionários para tarefas mais avançadas e usar a automação para preencher as lacunas.

“É menos sobre deixar as pessoas irem, e mais sobre a contratação reduzida”, diz ele. “Duplicar a capacidade sem dobrar o número de funcionários parece ser uma maneira cada vez mais popular de olhar para as economias criadas pela automação”, avalia Dr. Hyejin Youn, professor assistente de administração e organizações da Kellogg.

A programação também será automatizada

Você já deve ter ouvido falar sobre o desespero das empresas em contratar talentos em programação. Pois é, a lacuna de talentos na área vai ser resolvida - também - com inteligência artificial, em breve. A busca pela automação da programação já está em andamento.

Em 2017, o projeto de pesquisa AutoML do Google demonstrou que poderia gerar um software de aprendizado de máquina que, às vezes, é mais preciso do que programas similares escritos por humanos. Agora está disponível como um serviço baseado em nuvem, que permite aos desenvolvedores com experiência limitada em aprendizado de máquina treinar modelos ML.

No ano passado, cientistas da computação na Universidade Rice descobriram a BAYOU, uma aplicação de IA que usa o “Neural Sketch Learning” para gerar código. Depois de estudar 100 milhões de linhas de Java no GitHub, a ferramenta financiada pelo DARPA é capaz de reconhecer padrões de alto nível em programas e recriar outros semelhantes sob demanda. Insira algumas palavras-chave para informar ao BAYOU o tipo de programa que você deseja criar, e ele irá gerar código Java para se encaixar no perfil.

“Estamos começando a ver o início da ‘programação de conversação’ – a capacidade de criar serviços dizendo ‘Alexa, pegue esses componentes e coloque-os juntos para me dar um aplicativo’”, diz ele. “Ainda não chegamos lá, mas é algo para ficar de olho”, alerta Forrest Brazeal, arquiteto sênior de nuvem da Trek10, consultoria em nuvem..

Tenha flexibilidade e busque requalificação

É uma aposta de fé que, como os empregos caminham para se tornar obsoletos pela automação, novos papéis surgirão para substituí-los. E assim acontece com a inteligência artificial, que mudará dramaticamente os empregos atuais e criará novos que ainda não existem, observa Erik Brown, diretor sênior na área de tecnologia da West Monroe Partners.

“Em alguns anos, será difícil encontrar um emprego que não seja ampliado pela IA”, diz ele. “Pense em serviços financeiros e detecção de fraudes, ou exposição a riscos em investimentos. A IA será usada por empresas de serviços públicos, para prever como o clima afetará a demanda de energia, e por empresas de seguro, para processar reclamações. Haverá muitos empregos em educação, ensinando as pessoas a usar seus conhecimentos de negócios para treinar algoritmos”, diz Brown.

Da mesma forma, Brown acrescenta que trabalhos de engenharia de rede podem evoluir para funções que usam IA para gerenciar centros de dados com mais eficiência, como o Google fez com os algoritmos DeepMind, desenvolvido para derrotar um campeão humano no jogo chinês Go.

Uma das maiores fontes de novos empregos será incorporar a IA ao hardware, como robôs ou veículos autônomos, diz Keith Strier, líder consultivo global e da América para AI na consultoria EY.

“A integração desse software e hardware é muito complexa e não acontecerá sozinha”, diz ele. “Então, embora você possa ter usado inteligência artificial para escrever parte do software, os humanos precisarão fazer a integração, a modelagem e o teste dessas configurações complexas de hardware/software”, lembra.

Onde buscar?

A inteligência artificial também deve gerar uma série de outros trabalhos pouco visíveis no futuro, diz Amber Bouchard, diretora de aquisição de talentos da Maven Wave, empresa de consultoria em transformação digital.

Um desses papéis poderia ser “cientista de dados do cidadão”, diz ela. Tal funcionário analisaria dados e extrairia insights, mas sem a necessidade de um grau avançado em estatística – como um analista de negócios com esteróides.

Outro novo papel seria “especialista em garantia de IA neutra”, um codificador mestre que pode detectar algoritmos potencialmente tendenciosos em modelos complexos de aprendizado de máquina. E assim que os impactos da IA começarem a ser sentidos, as empresas também poderiam querer que um chefe de ética supervisionasse as implicações morais da aprendizagem de máquina e da IA no local de trabalho.

“Há muitos empregos suscetíveis à automação”, diz Bouchard. “Há tantos empregos, especialmente dentro de empresas como a nossa, que exigem julgamento, habilidades sociais e capacidades humanas difíceis de automatizar, que a IA não pode eliminar”, diz Bouchard.

 

 

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