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Telegram nega que sistema tenha sido hackeado
Telegram nega que sistema tenha sido hackeado
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Telegram nega que sistema tenha sido hackeado

Questionado sobre vazamento de mensagens no âmbito da Operação Lava Jato, app sugere que malware pode ter sido explorado

Da Redação

12/06/2019 às 8h00

Foto: Shutterstock

O Telegram, aplicativo de mensagens, declarou nessa terça-feira (11) que não encontrou evidências de que seu sistema tenha sido hackeado. A resposta do mensageiro vem em reação ao caso envolvendo o ministro da Justiça, Sergio Moro, e integrantes do Ministério Público Federal na Operação Lava Jato.

No último domingo (9), conversas entre Moro e o procurador da República Deltan Dallagnol foram divulgadas em reportagem do The Intercept Brasil. As mensagens trocadas no Telegram foram, segundo o site, passadas por uma fonte anônima.

"Não há evidência de nenhuma invasão", respondeu o Telegram a um usuário brasileiro que questionou no Twitter se o aplicativo havia sido hackeado. "É mais provável que tenha sido um malware ou alguém que não esteja usando uma senha de verificação em duas etapas", escreveu.

Em sua conta no Twitter, o ex-juiz Sergio Moro, afirmou que seu celular teria sido hackeado, assim como o de juízes, procuradores e jornalistas "pelo mesmo grupo criminoso". Ele chega a dizer que se trata de "fato grave" a invasão dos celulares de procuradores.

A força-tarefa da Operação Lava Jato, em Curitiba, declarou na segunda-feira (10) que um hacker teria conseguido clonar aparelhos celulares e contas em aplicativos de mensagens em abril deste ano.

Em nota, disse: o "modo de agir agressivo, sorrateiro e dissimulado do criminoso é um dos pontos de atenção da investigação". O criminoso, segundo a operação, teria se passado por procuradores e jornalistas para conseguir mais informações, além de ter clonado números de celulares de procuradores.

 

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