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Startup brasileira utiliza crowdfunding para financiar tratamentos médicos
Startup brasileira utiliza crowdfunding para financiar tratamentos médicos
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Startup brasileira utiliza crowdfunding para financiar tratamentos médicos

Plataforma CaridadX, criada por empresa de Curitiba, apoia conceito de ajuda coletiva para financiar tratamentos, cirurgias e causas sociais.

Por Carla Matsu

17/07/2015 às 10h50

CaridadX_625.jpg
Foto:

À medida que sites de crowdfunding conquistam seu espaço na Internet, é natural que algumas iniciativas acabem segmentando o mercado. Só no Brasil, há plataformas dedicadas a projetos musicais ou de ambições literárias àquelas voltadas a propostas de impacto social e até mesmo financiamento coletivo para cuidar de animais.

Há cerca de dois anos, Sérgio Mainetti, empresário e diretor da empresa de software Visionnaire, de Curitiba, viu potencial no cenário, porém com um viés diferente: doar dinheiro diretamente para pessoas. Nascia assim o site de ajuda coletiva CaridadX.

Com nome autoexplicativo, o site se dedica a coletar doações para causas sociais, no caso pessoas que precisam de financiamento para um tratamento médico, compras de remédios, cirurgias e afins.

A diferença entre o CaridadX e outros sites que convidam o coletivo para contribuir é que no primeiro doadores sabem que a recompensa é "somente" ajudar o próximo. Em sites como Kickstarter e nos brasileiros Catarse e Kickante, apoiadores recebem um retorno proporcional as suas contribuições, podendo ser desde camisetas ao próprio projeto apoiado.

Outra particularidade do CaridadX é que todo dinheiro coletado é direcionado para a pessoa que submeteu a causa na plataforma. “Acreditamos que para essas causas qualquer quantia ajuda, por isso repassamos mesmo que a causa não atinja a meta estipulada", explica Luma Bonette uma das idealizadoras do CaridadX e responsável pelo Marketing do site.

“O mercado de crowdfunding é grande e acreditamos que este é o futuro. É parte de uma revolução social. E o que sabemos fazer bem é tecnologia”, defende Mainetti.

No ar desde janeiro de 2014, a ferramenta já foi responsável por promover 2 mil doações para cerca de 320 causas, o equivalente a 120 mil reais movimentados dentro da plataforma.

"Por um lado é pouco, mas se você pensar que pessoas estão simplesmente doando é uma quantia incrível", avalia Mainetti. Segundo ele, o ticket médio da doação é de R$ 49, com doações vindas do Brasil inteiro e até mesmo de outros países.

Para criar uma causa, basta uma pessoa realizar o cadastro no site de forma gratuita e a plataforma criará uma página específica para ela. Já para doar, basta que o usuário clique no botão "Ajudar" e ele será direcionado para a página do pagamento. Doações não possuem preço ou cotas fixas, cabe a cada pessoa decidir o quanto doará.

Curadoria

Segundo Mainetti, uma das principais preocupações da empresa é avaliar cada causa que o site recebe. A curadoria é manual, com um profissional dedicado a checar a idoneidade de cada proposta. O Facebook, inclusive, é uma ferramenta utilizada para validar informações a respeito dos proponentes.

"Devido ao assunto que trabalhos, é um desafio. Tomamos muito cuidado e aos poucos conseguimos incluir uma pessoa dedicada exclusivamente a isso", explica.

A média de tempo que uma causa permanece no site varia de 30 a 60 dias, com limitação para 120 dias.

Baseado no modelo de startup enxuta, a CaridadX conta com uma equipe pequena, porém multidisciplinar e até então contou com investimentos da Visionnaire, mas a expectativa, garante Sérgio, é fazer com que a empresa cresça nos próximos anos.

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"Nossa aposta, entre aspas, é um projeto a longo prazo. As pessoas vão usar cada vez mais a Internet e redes sociais para fazer doações. Eu tenho uma filha de 11 anos e daqui a dez, quando ela tiver 21 anos e quiser investir em projetos, ela vai fazer isso por meio de um smartphone. As pessoas não vão mais fazer doações como fazem hoje, pelo correio, por exemplo. É uma mudança que a tecnologia traz. Se ela já está em tudo, ela também vai mudar a forma como doamos. A gente acredita nisso", defende Sergio.

 

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