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Sites com pirataria e falsificação recebem 53 bilhões de visitas por ano
Sites com pirataria e falsificação recebem 53 bilhões de visitas por ano
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Sites com pirataria e falsificação recebem 53 bilhões de visitas por ano

Documento da MarkMonitor também analisou 48 sites de comércio de mercadorias falsificadas, e descobriu que receberam 87 milhões de visitas por ano.

IDG News Service

11/01/2011 às 20h46

Foto:

Quarenta e três sites identificados pela empresa de proteção de marca MarkMonitor como sites de pirataria digital recebem 53 bilhões de visitas por ano, segundo um estudo patrocinado pela Câmara de Comércio dos EUA.

O documento mostra o "impressionante volume" da pirataria digital e comércio de mercadorias falsificadas, afirmou Steve Tepp, diretor sênior da Global Intellectual Property Center, na Câmara, em um comunicado. O documento da MarkMonitor também analisou 48 sites de comércio de mercadorias falsificadas, e descobriu que eles receberam 87 milhões de visitas por ano.

Vinte e seis dos 48 locais identificados no estudo ofereciam produtos farmacêuticos falsificados para a venda, disse a MarkMonitor. Esses 26 sites têm cerca de 51 milhões de visitas por ano.

"Sites que vendem produtos falsificados de luxo, medicamentos falsificados, e produtos que possam representar riscos à saúde e segurança atraem anualmente centenas de milhões de internautas", diz a pesquisa.

Vários grupos de direitos digitais têm se queixado que os estudos anteriores para estimar o impacto da pirataria on-line têm utilizado suposições equivocadas. "Muitos grupos que tentaram medir a pirataria têm utilizado medidas conservadoras", disse Fred Felman, diretor de marketing da MarkMonitor.

A empresa analisou o comércio não autorizado de 10 produtos digitais, como música, filmes ou software, e falsificação de vendas de 12 produtos físicos, incluindo remédios. 

Após exames iniciais terem encontrado mais de 10.000 sites, a empresa reduziu o número a 600 para que seus funcionários fizessem buscas manuais por pirataria digital ou falsificação.

A empresa utilizou dados de tráfego disponíveis publicamente do Alexa, uma empresa de medição online, para determinar os números.

Alguns dos sites utilizados no estudo de conteúdo exibem conteúdo gerado pelo usuário que viola direitos autorais. Um exemplo é o Megavideo.com, registrado em Hong Kong e identificado no documento como um dos maiores sites de pirataria digital, que tem um link onde os proprietários dos direitos autorais podem reportar a violação.

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