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Rússia acusa Google de ter ‘manipulado’ os egípcios durante os protestos
Rússia acusa Google de ter ‘manipulado’ os egípcios durante os protestos
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Rússia acusa Google de ter ‘manipulado’ os egípcios durante os protestos

Vice-prêmie Igor Sechin disse que é preciso investigar o que aconteceu no país e acusou a gigante de manipular a energia da população.

Redação do IDG Now!

22/02/2011 às 17h14

Foto:

Em entrevista concedida ao jornal Wall Street Journal, Igor Sechin, vice-premiê da Rússia – e muito próximo do primeiro ministro Vladimir Putin - criticou a postura da Google durante os protestos ocorridos no começo deste ano no Egito.

“Precisamos examinar mais de perto o que aconteceu”, disse. “Veja o que os diretores da Google têm feito no Egito, o tipo de manipulação da energia das pessoas que se deu lá”.

Sechin pode ter se referido a Wael Ghoneim, executivo da Google no país árabe, que teve papel de destaque na mobilização contra o presidente Hosni Mubarak – que estava há mais de 30 anos no poder – e seu governo.

Por ter criado uma página no Facebook - “Todos Somos Khaled Said”, alusão ao jovem egípcio brutalmente assassinado por policias – que, junto ao movimento “6 de Abril”, foi de suma importância para o início da onda de protestos, o executivo foi detido e mantido preso, com os olhos vendados, por 12 dias. Ao ser liberado, voltou a apoiar aqueles que se rebelavam contra Mubarak, discursando em praças públicas e exigindo sua renúncia.

O líder egípcio renunciou em 11/02 e, em seu lugar, um governo militar assumiu, prometendo fazer a transição a um regime democrático. Já Ghoneim, por sua participação ativa na política do país árabe, não foi censurado pela Google, muito pelo contrário. O perfil oficial da empresa no Twitter respondeu a uma mensagem do diretor – em que dizia que voltaria a seu posto na companhia se o aceitassem de volta – com a seguinte afirmação: “estamos muito orgulhosos de você, @Ghonim, e é claro que te receberemos de volta quando estiver pronto”.

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