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Pesquisadores usam aprendizado de máquina para detectar cibercrimes no Brasil
Pesquisadores usam aprendizado de máquina para detectar cibercrimes no Brasil
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Pesquisadores usam aprendizado de máquina para detectar cibercrimes no Brasil

Algoritmo desenvolvido por alunos da FEI identificou conversas entre predadores sexuais e crianças com 70% de acerto. Acordo com o MPF-SP visa avançar pesquisa

Carla Matsu

12/05/2016 às 11h31

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Foto:

O Centro Universitário FEI e o Ministério Público Federal em São Paulo firmaram um termo de cooperação técnica, científica e operacional com o objetivo de detectar e combater crimes cibernéticos usando aprendizado de máquina.

Desenvolvido por quatro alunos do curso de Ciência da Computação da FEI, um algoritmo foi aplicado inicialmente a uma base de dados em idioma inglês. A base reunia uma série de conversas online, com conteúdo variado e, entre elas, trocas de conversas entre predadores sexuais condenados e crianças e adolescentes. O algoritmo conseguiu identificar tais conversas com uma taxa de acerto de 70%.

Agora, através do acordo com o MPF, a próxima etapa é construir uma base de dados no idioma português, explicou Rodrigo Filev, professor da FEI e quem orienta o Grupo de Combate aos Crimes Cibernéticos do centro universitário. Por meio dessa base, a expectativa é sofisticar a taxa de acerto do algoritmo.

O convênio também prevê a criação de grupos de estudos e atividades para treinamento de recursos humanos e do compartilhamento de tecnologia e conhecimento, com o intuito de debater e combater os crimes por meio da Internet.

“É uma parceria ampla, na qual todos os envolvidos participarão de uma etapa do desenvolvimento. O papel da MPF é agregar seu conhecimento técnico, dispor de dados e permitir essa troca de informações com profissionais capacitados. Já a FEI, participará com o fomento à pesquisa e tecnologia”, ressaltou Filev.

De acordo com o professor, o convênio com o MPF amplia o trabalho de segurança da informação da FEI, que desenvolverá outras tecnologias para combater e prevenir crimes cibernéticos. “Esperamos com essa parceria formar profissionais técnicos, que consigam lidar da melhor forma possível com questões de segurança online”, pontua Filev. 

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