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Os 13 sites indispensáveis da internet brasileira
Os 13 sites indispensáveis da internet brasileira
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Os 13 sites indispensáveis da internet brasileira

São Paulo - Entre sites nacionais, como Apontador e UOL, e serviços como Orkut e Flickr, confira o que não pode ficar longe do browser.

Guilherme Felitti, repórter do IDG Now!

31/01/2008 às 0h09

Foto:

sites_indispensaveis_88Quais são os endereços brasileiros na internet que você não passa um dia sem visitar?

Inspirado por uma lista de serviços internacionais elaborada pela revista Time, o IDG Now! resolveu ir atrás dos sites e serviços brasileiros ou com versões nacionais que estão na maioria das preferências online.

Para tanto, decidiu-se listar tanto projetos genuinamente brasileiros, como a dupla Submarino/Americanas.com, o comparador de preços Buscapé e os portais UOL e Globo.com, como adaptações em português para serviços internacionais, como YouTube, Flickr e Wikipedia.

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Evidentemente, a lista não é um ranking onde um é mais importante que outro e muito menos coloca seus integrantes como destino único para uma mídia tradicionalmente conhecida por não ter fronteiras - muitos serviços em inglês ficaram de fora da lista, mas continuam indispensáveis no nosso dia-a-dia.

Como toda lista é subjetiva, por mais rígidos que sejam os critérios adotados, o IDG Now! pergunta: quais são os serviços (brasileiros ou com versões em português) que você não dispensa diariamente? Dê sua opinião nos nossos comentários.
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Apontador - Muito antes do Google oficializar a versão brasileira do seu serviço de mapas, o Apontador já traçava rotas em mais de 70 cidades brasileiras, com informações em tempo real sobre o trânsito em São Paulo e no Rio de Janeiro.

Claro que a competição com Google e Microsoft não é nada mole - o primeiro conta com uma ferramenta de mashups infalível e foi totalmente adaptado em Belo Horizonte, enquanto o Live Search Maps equilibra bem as indicações de estabelecimentos com o trânsito em tempo real.

No ano em que os mapas digitais chegaram ao Brasil, o nacional Apontador sofisticou sua ferramenta para traçar rotas, corrigiu alguns problemas anteriores, como a desorganização dos pontos de interesse, e não deixou nada a dever aos rivais multinacionais.

BuscaPé - Se o comércio eletrônico coloca as compras a um clique de distância, são os serviços de comparação de preço que economizam sola de sapato ao juntar inúmeras referências de um produto em uma mesma tela.

No Brasil, o que era uma larga vantagem do BuscaPé sobre os concorrentes se transformou em dominação quando a empresa, fundada por Romero Rodrigues em 1998, comprou não só o rival Bondfaro como a consultoria de e-commerce e-bit.

Atualmente, o BuscaPé faz cerca de 300 mil consultas de preços de produtos em 32 diferentes categorias, uma mão na roda para quem não pretende passar uma tarde gastando combustível e estacionamento atrás de determinado produto.

Dez anos depois do seu lançamento, o Buscapé movimenta uma média de 40 milhões de reais em vendas por mês e vem se beneficiando pela capilarização do seu sistema graças ao programa de afiliados com blogueiros.
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Flickr Brasil - Após comprar o serviço com a startup Ludicrew em março de 2005, demorou até que o Yahoo levasse a sério o Flickr entre a comunidade brasileira.

Isso não pareceu um problema para os usuários brasileiros, que encontraram na comunidade digital um veículo mais sofisticado, social e amplo do que o antes popular Fotolog, ainda bastante acessado entre usuárias jovens, segundo o Ibope.

Dados do próprio Yahoo Brasil indicam que o Flickr tem cerca de 1,9 milhão de usuários no País, mais que o dobro dos 800 mil registrados quatro meses antes - o período compreende a migração do Yahoo Photos, preterido pelo buscador em nome do Flickr.

O jogo virou em junho, quando o Yahoo estreou o Flickr brasileiro, com contas pagas em real e menus traduzidos para o português, sem muito alarde. Toda a festa ficou para outubro, quando o Flickr reuniu sua comunidade no Museu Brasileiro de Esculturas e Arte (MuBe).

Globo.com - A internet e a TV brasileiras não se entendiam muito bem até que as Organizações Globo resolvessem investir pesado para levar seus programas à grande rede. O resultado é o Globo.com, portal que amarra as pontas entre as rádios, estações de TV e o G1, site de notícias do grupo inaugurado em setembro de 2006.

Não que o portal do conglomerado tenha azeitado as relações entre o eletrodoméstico mais popular do Brasil e a internet, mas é inegável que a Globo.com deu passos consideráveis de usabilidade ao oferecer milhares de vídeos em uma interface limpa e muito bem organizada.

Mais que isto: além do fator usabilidade dar um banho nos rivais diretos da web brasileira, a Globo.com conta com o evidente apelo da sua gigantesca base de vídeos, sejam eles o capítulo da novela de ontem ou a final do futebol na década de 80.
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Google Brasil - Não preste muita atenção no balanço internacional de buscadores divulgados por consultorias - no Brasil, o Google “virou referência única de buscador”, segundo palavras do analista do Ibope Inteligência, José Calazans.

Para provar, faça um experimento simples: escolha amigos aleatórios e pergunte quais são os serviços indispensáveis que não podem ser ignorados no seu cotidiano. A chance de o buscador estar na maioria das listas é enorme.

Enquanto o Google tem uma grande vantagem sobre Yahoo e Microsoft Live Search em mercados como o norte-americano, o setor brasileiro se caracteriza pela dominação do buscador criado por Larry Page e Sergey Brin em 1998, na Califórnia.

A explicação? O PageRank, algoritmo de busca nomeado em homenagem a Larry que se baseia no conceito acadêmico de citação para oferecer resultados de busca mais relevantes do que os dois principais rivais.

Desde o início da sua operação no Brasil, em 2005, pouco foi feito oficialmente pelo Google Brasil além da tradução do serviço - boatos de mercado dizem que o centro de pesquisa em Belo Horizonte é o único do mundo fora do GooglePlex a mexer no PageRank. Sorte dos brasileiros.

Mercado Livre - Presentes indesejados, roupas usadas, barraca de camping esquecida no fundo do armário ou artesanato feito em casa. Muito antes da onda Web 2.0 ter tomado o mercado mundial de internet, sites de leilão sobreviviam (e muito bem, mesmo em tempos de bolha) dando uma ferramenta para que seus usuários fizessem negócios

No Brasil, o Mercado Livre é o único sobrevivente de um setor que chegou a ser disputado por até cinco empresas de leilão online - a decisão sobre sua liderança na América Latina veio em 2005, quando comprou as operações do rival Arremate.com em oito países.

O que antes eram apenas móveis, livros, CDs e games usados começou a se ampliar, com a inclusão de produtos mais sofisticados e caros, como veículos e imóveis, o que exigiu que o serviço investisse ainda mais na segurança das transações.

Assim como um mercado de pulgas online, o Mercado Livre é também plataforma para que muitos usuários vivam das vendas feitas pelo site.
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Orkut - Não tem pra ninguém na internet brasileira. A rede social criada por um programador turco do Google solenemente ignorada em mercados maduros e extremamente populares no Paraguai e na Índia é o principal foco de atenção do brasileiro quando está na rede.

A fixação do brasileiro pelo Orkut é facilmente traduzida em números - segundo o Ibope, o brasileiro passa uma média de 300 minutos mensais navegando no Orkut, com assombrosa penetração de 70% entre os usuários domésticos no Brasil.

Isto significa que, baseado nos 21,4 milhões de internautas registrados pelo Ibope em dezembro de 2007, o Brasil tem nada menos que 15 milhões de usuários do Orkut, número imensamente maior que qualquer outro serviço online.

A fixação tupiniquim pelo Orkut chegou ao ponto em que rivais em potencial se preocupam mais em atacar a rede social do Google que apresentar suas próprias ferramentas. Tanto o MySpace Brasil como a Microsoft não são nem um pouco indiretos nas críticas contra o Orkut em suas iniciativas de rede social no Brasil.

A rica fauna e flora ao redor do Orkut também serve de pretexto tanto para gargalhadas, como propõe o ótimo Pérolas do Orkut, como para processos judiciais, como o Google quase provou no embate com o Ministério Público Federal sobre a identidade de usuários acusados de crimes digitais.

A esperança que rivais no setor de redes sociais cultivam em bater o Orkut sofrerá um duro golpe em fevereiro quando o Google oficializar a integração da rede com a plataforma OpenSocial, informação já confirmada pelo buscador.

Pela novidade, usuários poderão programar aplicativos em seus perfis conforme seus gostos, forma encontrada pelo Google para apostar em uma permanência ainda maior de seus usuários no Orkut.

Receita Federal - Por mais que seja lembrado pelos contribuintes em determinadas épocas do ano - entrega da declaração e restituição, principalmente -, o site da Receita Federal é exemplo modelo de como a internet pode amenizar burocracias governamentais.

Ao completar dez anos de entrega pela internet em 2007, a Receita registrou 22,5 milhões das 23,2 milhões de declarações (ou mais de 96%) recebidas pela web, o que faz do site da Receita Federal endereço obrigatório para mais de 20 milhões de contribuintes para consultas sobre o andamento do processo.
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Submarino e Americanas.com - Enquanto o Google desembolsava 1,65 bilhão de dólares no YouTube, o bem menos exuberante mercado brasileiro de internet era balançado pela fusão entre os dois maiores serviços de e-commerce.

O Submarino e a Americanas.com se juntaram em novembro de 2006, formando a B2W Companhia Global de Varejo, com receita total de 1,6 bilhão de reais, deixando os rivais diretos comendo poeira.

A fusão de duas grandes empresas no Golias do comércio eletrônico brasileiro não deve ser um processo dos mais simples, visto o crescente número de reclamações de clientes aparecendo na blogosfera brasileira, que fez até um grupo de usuários prometendo notificar o Ministério Público Federal de São Paulo.

Mesmo com os recentes problemas de logística, é difícil não reconhecer, seja pelo histórico de cada uma delas (o Submarino deriva da BookNet, primeira loja eletrônica do Brasil) ou pelo volume de transação, Americanas.com e Submarino como serviços indispensáveis.

UOL - A overdose de conteúdo que o Universo Online consegui reunir sob sua página principal faz do portal, nascido pelas mãos da Folha da Manhã, responsável pelo jornal Folha de São Paulo, o principal destino do usuário brasileiro para conteúdo jornalístico e de entretenimento.

A quantidade de veículos acessíveis sob o cadastro do UOL contempla, além da evidente participação da Folha de São Paulo, traduções dos jornais The New York Times, USA Today, Financial Times, Le Monde, El País, Der Spiegel e Herald Tribune e as revistas Veja, Capricho, Trip, Vip, Nova, Claudia, Atrevida, National Geographic, Corpo a Corpo e Forbes.

Traduzido em números, o acesso ao UOL no 1º semestre de 2007 somou 10,49 milhões de usuários únicos domiciliares, segundo o Ibope.

Além da avalanche de parcerias de conteúdo (da qual o IDG Now! faz parte no canal Tecnologia), o portal vem focando sua estratégia no desenvolvimento de produtos baseado em ferramentas altamente populares no mercado internacional, como foi o caso tanto da rede social UOL K como do mensageiro UOL Messenger.
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Wikipedia Brasil - A Wikipedia em língua portuguesa ainda está longe da versão em inglês, seja pelo número de artigos (2,2 milhões contra 365 mil, na ordem) ou pela credibilidade, atingida por vandalismos, criação de artigos de autopromoção por usuários e campanhas de marketing.

Mas a versão brasileira da enciclopédia aberta imaginada por Jimmy Wales também apresenta verbetes de qualidade atestada pela própria comunidade, que podem ser usados como referência onde a versão em inglês falha - assuntos brasileiros, em sua maioria, como biografias, movimentos arquitetônicos e informações geográficas.
 
YouTube - Entenda a contradição: na tentativa de bloquear um vídeo supostamente invasivo, a modelo Daniela Cicarelli promoveu uma corrida dos usuários ao YouTube.

O que já era conhecido entre usuários experientes de internet e entusiastas finalmente chegou à grande massa - impulsionado pelo caso da modelo, o YouTube teve o que o Ibope considera um crescimento extraordinário em janeiro de 2007 entre usuários brasileiros.

Atualmente, a comunidade de vídeos comprada pelo Google em 2006 por 1,65 bilhão de dólares atinge 40% dos usuários brasileiros, segundo o Ibope.

Não é para menos. Inaugurada oficialmente apenas seis meses depois, a versão em português do YouTube se baseia na mastodôntica base de vídeos norte-americana e começa a dar seus passos com provedores de conteúdo nacionais, como Terra, Globo, iG e o ministro da cultura Gilberto Gil.

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