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Novos MacBooks Pros reforçam a necessidade de um processador próprio da Apple
Novos MacBooks Pros reforçam a necessidade de um processador próprio da Apple
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Novos MacBooks Pros reforçam a necessidade de um processador próprio da Apple

Ao usar chips da Intel, fabricante dos MacBooks pode atrasar a evolução de seus laptops; Mas há rumores de que a Apple trabalha em um processador personalizado

Michael Simon, Macworld (EUA)

16/07/2018 às 14h47

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Foto:

A Apple apresentou seus novos MacBook Pro na última semana e eles trazem grande parte dos aprimoramentos esperados: novos e poderosos processadores Intel de oitava geração, nova RAM DDR4 com o dobro da capacidade máxima e um teclado mais silencioso. 

Os dispositivos também têm bateria maior, mas, em resumo, não há ganhos reais. Os novos MacBook Pro são classificados, novamente, para “até 10 horas de reprodução sem fio para navegação web e transmissão de filmes do iTunes”, ainda que os usuários não tenham essa performance no dia a dia. As melhores atualizações dizem respeito sobre velocidade. A Apple alega um aumento de até 70% no MacBook Pro de 15 polegadas e um impressionante aumento de 100% nos modelos de 13 polegadas. 

Um chip para todos 

Os chips da série A da Apple são indiscutivelmente a parte mais importante do iPhone. Não é apenas o aumento de velocidade que dá ao iPhone mais recente uma vantagem sobre seus concorrentes, mas também permite que a Apple inove em outras áreas. Se a Apple estivesse usando processadores prontos para uso, provavelmente não haveria o Face ID, o design de moldura fina uniforme do iPhone X ou a vida útil da bateria durante todo o dia. E eles não teriam os recursos gráficos que geram jogos e aplicativos de AR. 

O chip A11 Bionic permite que a empresa aperfeiçoe o sistema não apenas pela velocidade, mas também pela eficiência de energia, gerenciamento térmico e estabilidade. Os processadores dessa série trouxeram outras inovações, como o chip W1 Bluetooth, o Secure Enclave e os processadores Apple Watch, todos trabalhando junto com o processador central do iPhone para criar um sistema seguro. 

Ao aumentar os recursos do MacBook Pro e do iMac Pro com os chips T1 e T2 personalizados, a Apple apresentou inovações como o Touch Bar, apesar dos chips reproduzirem tarefas que antes eram tratadas por outros controladores, como segurança, áudio e processamento de câmera para o FaceTime. E nos novos MacBook Pro, o chip T2 também reforça a segurança e permite o uso do Hey Siri. 

Vale dizer que, com exceção do Touch Bar, a Apple não tem um novo recurso realmente interessante em seus laptops há algum tempo. Enquanto a Microsoft continua a melhorar o Surface e a Huawei está testando teclados ultra-finos, os MacBooks evoluíram em etapas e não em saltos. 

Um dos responsáveis do problema é a batalha enfrentada com processadores Intel. A Intel faz grande parte do trabalho para seus parceiros de PC, mas o sistema macOS deixa a Apple sozinha para a integração e otimização dos chips mais novos, tornando mais difícil a implantação de novos modelos que aproveitam os avanços mais recentes da arquitetura. 

Com os monitores True Tone, cargas de RAM e o GPU Blackmagic, a atualização do MacBook Pro prova que a Apple realmente se preocupa com seus produtos. Mas também destaca o quanto os produtos deixaram de ser inovadores. Os últimos chips da Intel são bons e os aumentos de velocidade devem manter os desenvolvedores e profissionais de criação satisfeitos, mas não há nada que seduza pessoas fora dessa “bolha”. 

Intel pode ficar de fora 

No início de 2018, um boato da Bloomberg sugeriu que Apple esteja trabalhando em um processador personalizado para seus computadores Mac. O objetivo seria lançar os primeiros dispositivos equipados com processador da própria empresa até 2020. Ou seja, seria um processo lento e, provavelmente, chegando aos MacBook Pro por último. 

Os rumores fazem sentido. Apesar da Apple não dividir suas vendas de Mac por segmento, é possível que a maior parte dos notebooks seja da linha Pro, que oferece melhorias de velocidade e tela em relação aos modelos mais baratos. Mas isso não significa que não haja espaço para melhorias. 

Ainda que os novos modelos do MacBook Pro sejam muito mais rápidos do que os modelos anteriores, eles são mais lentos que os notebooks mais rápidos de outras marcas, ainda que as especificações possam chegar a US$ 6.700. 

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