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Novo vazamento do Google+ entra na mira do Ministério Público
Novo vazamento do Google+ entra na mira do Ministério Público
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Novo vazamento do Google+ entra na mira do Ministério Público

Revelado nesta semana pela empresa, incidente de segurança afetou dados de 52,5 milhões de usuários e antecipou o fim da rede social

Da Redação

13/12/2018 às 17h43

novo vazamento ao google plus.jpg
Foto:

O Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) anunciou nesta semana que abriu uma investigação sobre uma nova falha de segurança da rede social Google+ que afetou os dados de 52,5 milhões de usuários da plataforma, incluindo informações como nomes, endereços de e-mail, emprego e idade.

Instaurado na quarta, 12/12, Unidade Especial de Proteção de Dados e Inteligência Artificial (Espec), o inquérito vai apurar as circunstâncias do incidente e as responsabilidades pelos danos causados, conforme o órgão. Ainda não se sabe quantos brasileiros foram afetados pelo problema.

O vazamento foi revelado pelo Google na segunda-feira, 10/12, e inclusive fez com que a gigante de Mountain View antecipasse o fim definitivo da rede. Antes previsto para agosto de 2019, o adeus ao Google+ agora acontecerá em abril do ano que vem.

Entre os dados expostos estão nomes, endereços de e-mail, emprego e idade dos usuários. Segundo comunicado do Google, tais dados ficaram expostos a desenvolvedores por um erro do sistema do Google+, mesmo nos casos onde as contas eram configuradas como privadas. 

Novo incidente

Vale destacar que essa é a segunda vez no ano que o Google+ passa por uma situação do tipo. Isso porque em março a plataforma revelou um vazamento que comprometeu os dados de 500 mil pessoas.

De acordo com o promotor de justiça e coordenador da Espec, Frederico Meinberg, o caso tem semelhanças com um incidente revelado em abril envolvendo o Facebook e a consultoria Cambridge ANalytica – e que afetou os dados de 87 milhões de usuários da rede social. 

“A sistemática de obtenção dos dados e quantidade de contas comprometidas se assemelha ao caso da Cambridge Analytica, também investigado pelo MPDFT”, afirmou.

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