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Nova versão do Android é um ‘drástico avanço’, dizem fabricantes
Nova versão do Android é um ‘drástico avanço’, dizem fabricantes
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Nova versão do Android é um ‘drástico avanço’, dizem fabricantes

Executivos presentes no painel Open Mobile Summit afirmaram que o Ice Cream Sandwich vai aliviar a fragmentação atual do sistema operacional.

IDG News Service

04/11/2011 às 15h11

Foto:

A versão mais recente do Android, chamado Ice Cream Sandwich, provavelmente vai aliviar a fragmentação do sistema operacional, de acordo com executivos que participaram do painel Open Mobile Summit, em San Francisco.

A Google apresentou o Ice Cream Sandwich no mês passado no Galaxy Nexus, que deve estar disponível neste mês nos mercados norte-americano, europeu e asiático.

O novo sistema operacional móvel traz muitos recursos que as fabricantes de hardware tentaram fazer em versões anteriores do sistema adaptadas por elas mesmos, o que gerou diferenças entre as versões disponíveis no mercado, de acordo com alguns palestrantes do painel. Fabricantes e operadoras personalizam o OS para propósitos particulares desde 2007.

O ICS traz um “drástico avanço” para o Android, afirmou o vice-presidente sênior de inovação de produtos da Samsung, Kevin Packingham. Entre outras coisas, ele não precisa de botões físicos e inclui um recurso que permite ao usuário remover os itens da interface apenas deslizando o dedo sobre a tela.

“O Android apresenta alguma fragmentação devido ao seu rápido desenvolvimento...agora eu acho que muitas dessas capacidades estão disponíveis, e que essa fragmentação deve continuar a diminuir com o passar do tempo”, declarou Packingham.

A Samsung e a Google desenvolveram o Galaxy Nexus e o Ice Cream Sandwich em conjunto. Mas outra empresa também elogiou o novo sistema.

"Eles renovaram totalmente  a experiência do usuário", disse o vice-presidente sênior da LG, Jinsung Choi. "Provavelmente isso vai tornar a nossa vida muito mais fácil ... não precisaremos fazer qualquer modificação."

Também na quinta-feira, os executivos presentes no painel, que represenavam a Samsung Electronics, LG Electronics, ZTE e Sony Ericsson, afirmaram não esperar qualquer efeito negativo da aquisição da Motorola Mobility pela Google. Alguns até esperam até que ela beneficie o ecossistema de dispositivos Android.

O acordo, que deverá ser concluído no início de 2012, dará à criadora do Android controle sobre uma concorrente chave no mercado de smartphones. Mas nenhum dos executivos manifestou preocupação quando perguntados sobre como viam a uniam das empresas.

"Com sua loja própria de desenvolvimento na Motorola, acho que realmente esse acordo com a Google beneficia a todos nós", disse Packingham, que trabalha para a maior fabricante de dispositivos Android.

Com o controle de uma fabricante de smartphones, a Google poderá dar mais acesso a recursos de hardware importantes para desenvolvedores do OS Android, enquanto a empresa desenvolve uma nova versão para futuros celulares e tablets da Motorola, declarou Packingham. Segundo ele, os desenvolvedores querem usar recursos como câmeras e capacidades de localização melhoradas.

"É difícil chegar no mercado e descobrir como realmente expor tecnologias inovadoras para desenvolvedores", porque pode revelar futuras especificações do hardware da Samsung aos concorrentes, segundo Packingham.

A Google está comprando a Motorola apenas para adquirir suas patentes e proteger o ecossistema Android de processos de propriedade intelectual, disse o diretor de tecnologia da Sony Ericsson, Jan Uddenfeldt. Esse acordo não vai mesclar a Motorola e as organizações Android para formar uma empresa de smartphones única, declarou Uddenfeldt. "A última coisa em que gostaria que acontecesse é criar uma companhia vertical... Que só iria destruir a parcela de mercado do Android."

Questionado sobre o futuro dos celulares mais básicos, os menos capazes e mais baratos que a precederam os smartphones, a maioria dos palestrantes disseram que o produto continuará a ser produzido em suas empresas.

Enquanto os smartphones representam entre 30% e 40% das vendas unitárias da ZTE, os aparelhos mais básicos ainda representam cerca de 60%, disse o CEO da ZTE EUA, Lixin Cheng. Por um lado, eles são populares entre os consumidores que preferem um teclado físico à tela sensível ao toque, disse ele.

A ZTE está desenvolvendo um "celular básico com uma experiência de usuário de smartphones", que estará à venda em operadoras dos EUA antes da Black Friday, disse Cheng. A Black Friday é a sexta-feira seguinte à comemoração do Dia de Ação de Graças, que neste ano cai em 25/11,  em que lojistas vendem produtos com grandes descontos na primeira fase de compras natalinas.

"Os chamados celulares básicos e smartphones são sempre conceitos relativos", afirmou Cheng, destacando que atualmente há aparelhos em desenvolvimento que vêm sendo chamados de "superphones". "Os smartphones de hoje podem muito bem se tornarem o celular básico de amanhã”.

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