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Nova regra do Banco Central pode significar o fim do Nubank; entenda
Nova regra do Banco Central pode significar o fim do Nubank; entenda
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Nova regra do Banco Central pode significar o fim do Nubank; entenda

Governo estuda reduzir de 30 para 2 dias o prazo de pagamento das emissoras de cartão aos lojistas. Cofundadora da fintech critica medida "apocalíptica".

Da Redação

19/12/2016 às 11h42

mastercard-nubank.jpg
Foto:

Uma das principais fintechs do Brasil, a Nubank pode fechar as portas caso o Banco Central confirme nesta terça-feira, 20/12, uma nova regra que mudaria de forma drástica o prazo de pagamento das empresas de cartão de crédito para os comerciantes no país. A medida afetaria todas as companhias do segmento, mas seria pior justamente para as menores, que não possuem o mesmo capital para financiamento como bancos gigantes.

Em entrevista para a Agência Estado, a cofundadora do Nubank, Cristina Junqueira, criticou duramente a ideia do governo federal de reduzir de 30 dias para 2 dias o prazo para esse pagamento. Atualmente, os lojistas brasileiros levam 30 dias para receber das emissoras de cartão de crédito, prazo bem maior do que nos EUA, onde esse período é de apenas dois dias. 

“Atualmente, um cliente que usa o cartão pagará a fatura, em média, 26 dias depois. Assim, o Nubank, como emissor, receberá o dinheiro apenas após este prazo. Com o dinheiro, pagamos o adquirente (operador do cartão), que leva mais dois ou três dias para pagar o varejista. Isso dá o prazo de 30 dias”, afirma Cristina, que descreve a possível mudança como “apocalíptica” para a fintech que já emitiu mais de 1 milhão de cartões no Brasil desde 2014.

Caso a mudança do prazo, cuja intenção de redução foi oficializada recentemente pelo presidente Michel Temer, seja realmente colocada em prática, o Nubank teria de pagar a operadora do cartão antes mesmo de o cliente pagar a fatura.

Segundo Cristina, já foram feitas algumas simulações internas e nem mesmo um prazo de 15 dias seria suficiente para a continuidade do Nubank, que se destaca no mercado por não cobrar taxas e permitir o gerenciamento do uso do cartão por meio de um app para smartphones.

“Nós já fizemos algumas simulações. Com dois dias é apagar a luz e fechar a porta. Com 15 dias, a gente precisaria de quase R$ 1 bilhão de capital adicional do dia para a noite”, decreta.

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