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Mulheres representam só 11% da força de trabalho em cibersegurança
Mulheres representam só 11% da força de trabalho em cibersegurança
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Mulheres representam só 11% da força de trabalho em cibersegurança

Pesquisa da Kaspersky Lab, aponta que antes de completar 16 anos, meninas já não querem carreira em cibersegurança. Imagem da área é central na divisão de gênero do setor

Da Redação

31/01/2018 às 9h39

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Foto:

Antes dos 16 anos de idade, a maioria das jovens do sexo feminino dos EUA, Europa e Israel já decidiu não seguir uma carreira na área de cibersegurança. Essa tendência é um fator importante que afeta a constante dificuldade do setor de atrair mulheres a fim de tentar reduzir a diferença de gênero na área de segurança de TI e lidar com a crescente falta de qualificações. A constatação é de estudo realizado pela Kaspersky Lab.

O Global Information Security Workforce Study, realizado pela (ISC)² e seu Centro de Educação e Segurança cibernética, mostrou que, hoje, elas representam apenas 11% da força de trabalho em cibersegurança. Para começar a incentivar mais mulheres a ocupar posições nesse segmento, a Kaspersky Lab reforça a necessidade de renovar a imagem da cibersegurança entre as jovens.

O estudo descobriu que a terminologia das funções deste setor – como ‘hacker’ – tem conotação negativa e dificilmente atrairia jovens do sexo feminino, sendo que dois terços delas declaram querer seguir uma carreira que desperte sua paixão.

Além disso, um terço das jovens acha que os profissionais de cibersegurança é ‘geek’, e um quarto os considera ‘nerds’. Talvez isso contribua para que 78% das meninas nunca pensem na possibilidade de uma carreira nessa área.

Trabalhando com especialistas do setor, o estudo da Kaspersky Lab descobriu que há um problema de percepção em relação às carreiras na cibersegurança e que isso, associado ao fato de jovens estarem tomando decisões sobre a carreira em idade muito precoce, torna ainda mais difícil atrair as mulheres à área.

Carreira

O levantamento revelou, ainda, que 42% de todos os participantes concordam que é importante ter um modelo do próprio gênero em suas carreiras, e metade das mulheres prefere trabalhar em um ambiente com uma distribuição igualitária entre homens e mulheres.

 

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