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MP investiga se organização na Deep Web está por trás de massacre em Suzano
MP investiga se organização na Deep Web está por trás de massacre em Suzano
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MP investiga se organização na Deep Web está por trás de massacre em Suzano

Segundo informações preliminares, assassinos se comunicavam com outras pessoas no fórum brasileiro Dogolachan

Da Redação

14/03/2019 às 16h35

Foto: Shutterstock

O Ministério Público de São Paulo apura se uma organização criminosa na internet tem responsabilidade sobre o massacre na escola em Suzano, ocorrido nessa quarta-feira (13). Os dois assassinos, ex-alunos da Escola Estadual Professor Raul Brasil, mataram a tiros e machadas uma pessoa numa loja de carros, sete na escola e depois se mataram. Outras 11 pessoas ficaram feridas, uma delas em estado grave. As informações são do G1.

Um promotor do júri e o Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), ambos do Ministério Público, investigam se os autores do massacre, Guilherme Taucci Monteuro, de 17 anos, e Luiz Henrique de Castro, de 25, foram incitados ao crime por membros do fórum brasileiro Dogolachan na Deep Web.

A investigação pode ajudar a polícia a descobrir a motivação do crime. Em entrevista ao G1, o chefe do MP, o procurador-geral de Justiça, Gianpolo Smanio, disse que há notícia de que os assassinos se comunicavam pela Deep Web com outras pessoas. “Muito obrigado pelos conselhos e orientações ... esperamos não cometer esse ato em vão”, teria escrito um dos assassinos dois dias antes do massacre em Suzano no fórum Dogolachan.

Computadores usados pelos dois foram apreendidos pela polícia. De acordo com a reportagem do G1, informações preliminares indicam que Guilherme e Luiz  acessaram a deep web e buscaram informações sobre massacres cometidos em escolas americanas. Eles pretendiam, segundo a investigação, matar mais pessoas do que as 13 vítimas fatais do massacre de Columbine, ocorrido em 1999 nos Estados Unidos. Neste atentado, também ocorrido em uma escola, os dois assassinos se mataram em seguida.

A perícia também recolheu cadernos com anotações deixados por Guilherme e Luiz no carro alugado e usado no crime. Os dois também frequentavam uma lan-house onde jogavam games de tiros.

 

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