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Microsoft rebate Google sobre segurança do Windows
Microsoft rebate Google sobre segurança do Windows
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Microsoft rebate Google sobre segurança do Windows

Após as alegações da Google sobre o gradual abandono do sistema Windows por motivos de segurança, agora foi a vez da Microsoft se defender.

Computerworld/EUA

02/06/2010 às 14h40

Foto:

Depois de preferir não comentar a matéria publicada no Financial Times na segunda-feira (31/6), a Microsoft voltou atrás e decidiu rebater alegações de vários funcionários da Google, segundo os quais há uma política de desativação do sistema operacional nos micros da empresa. 

A empresa do sistema de buscas mais acessado no planeta tem todos os motivos para temer questões de segurança, ou alguém já esqueceu do drama vivido pela Google quando, em janeiro deste ano, alegou ter sido invadida por hackers chineses e migrou sua base de operações de busca para Hong Kong, longe dos olhos da censura do país de Mao-Tse Tung. Posteriormente, analistas de segurança declararam que a Google era uma das empresas na mira de hackers que procuravam explorar vulnerabilidades ainda não corrigidas na versão 6 do browser IE.

No lugar do sistema Windows, a Google está oferecendo aos funcionários a escolha entre as plataformas Linux e Mac OS X, afirmou o jornal.

Brandon LeBlanc, porta-voz da Microsoft, afirmou, ontem(1/6), em um post no blog da MS, que “até os hackers admitem que a segurança de nosso produtos supera a dos concorrentes”.

LeBlanc adiciona supostas declarações de outras empresas, como a Cisco, em que muitos elogios são tecidos acerca da segurança do sistema operacional.

De acordo com o porta-voz, existe mais uma considerável massa de argumentos que reforçam o empenho da MS quando o assunto é segurança. As explicações variam de “nós enviamos o programa e as atualizações de segurança aos nossos clientes o mais rápido possível” até “O Windows7 usa a tecnologia de ASLR (Address Space Layout Randomization) e randomiza os dados na memória.”

Na contramão desses argumentos, muitos desenvolvedores de segurança colocam em xeque a rapidez com que a Microsoft resolve os bugs de segurança, e demonstraram como contornar o ASLR de maneira contundente durante o campeonato de hackers Pwn2Own, em março.

Para um analista da indústria de software, a resposta da Microsoft segue a cartilha comum para uma empresa de seu segmento.

“Era de se esperar que a reação da Microsoft a algo que considera infundado viesse no blog”, afirma Rob Helm, analista focado na Microsoft. Segundo Helm, esse tem sido o padrão nos blogs dos produtos MS. O analista diz que a diferença, agora, é que existe um blog corporativo, apoiado pela marca, em que reações em nível institucional têm mais força.

De acordo com Rob, a tática de usar o blog como via de comunicação é uma estratégia criada por Frank Shaw, ocupante da cadeira de vice-presidente comunicação corporativa. Shaw é um antigo conhecido da Microsoft. No ano passado ele foi diretor da conta da MS no grupo Wagner Edstrom, parceira de RP de longa data do produtor do Windows7.

Shaw alvejou o Google logo cedo na terça-feira (1/6) ao responder às alegações do Financial Times em uma mensagem no twitter “bad reporting”, desqualificando o trabalho jornalístico por de trás da matéria; outros tweets seguiram.

Andrew Storms, expert no segmento de segurança, também questionou a alegação da Google. “Se eles estão realmente abandonando o Windows, é pouco provável que seja pelos motivos informados”, diz. Storm acredita que seja uma jogada de marketing, ligada ao interesse da empresa em promover o próprio sistema operacional e a estrutura já implementada de trabalho na "nuvem" com base em aplicativos da marca, como o Google Docs etc.

Outros argumentos como redução de custos com licenças e a iminente concorrência direta podem ser explorados a exaustão, uma vez que a Google ainda não se posicionou, nem a favor nem contra, deixando margem para todas as interpretações possíveis.

 

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