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Medium fecha escritório no Brasil e encerra curadoria em português
Medium fecha escritório no Brasil e encerra curadoria em português
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Medium fecha escritório no Brasil e encerra curadoria em português

A informação foi dada em um post publicado no próprio Medium. Segundo a empresa, português é a segunda língua mais acessada na plataforma

Silvia Bassi

22/02/2017 às 7h49

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Foto:

A atuação brasileira do Medium, plataforma de publicação de histórias e conteúdos criada por Evan Williams (fundador do Twitter), fica menos pessoal a partir desta semana. A empresa anunciou nesta terça-feira (21/02) em um post que está encerrando as atividades do seu escritório brasileiro, embora vá manter todos os recursos digitais que permitem a publicação em português, incluindo busca e suporte à língua.

Com a decisão, os dois representantes da plataforma no Brasil, Leandro Demori, editor e curador de conteúdo da plataforma; e Rodofo Ohl, gerente-geral; deixam de trabalhar para a companhia. As questões ligadas ao Brasil passam a ser geridas pelo escritório da companhia em San Francisco, Califórnia.

No post a empresa diz que o português é a segunda língua mais acessada no mundo, na plataforma. Segundo Rodofo Ohl, o Brasil já representa a terceira maior audiência do Medium.

A plataforma está passando por mudanças gerais desde o final do ano passado. Em janeiro de 2017 anunciou a demissão de 50 funcionários e o encerramento dos escritórios de Nova Iorque e Washington, concentrando a equipe apenas em San Francisco. Evan Williams, que tem o cargo de CEO do Medium, declarou que as decisões de cortes em janeiro se deviam a uma revisão dos modelos de negócios e da missão da plataforma.

"Nossa visão, quando começamos em 2012, era ambiciosa: construir uma plataforma que definiria um novo modelo para a mídia na internet", escreveu Williams. A questão no entanto não era a plataforma e o suporte aos escritores, que funciona, e sim encontrar um modelo de negócios que torne o Medium sustentável. Hoje ainda não há uma política de publicidade em funcionamento e os templates de publicações não têm ainda suporte aos modelos tradicionais de banners existentes em plataformas mais comerciais, como o WordPress, por exemplo.

No post Williams dá uma pista do que imagina ser o futuro do Medium: "Acreditamos que as pessoas que escrevem e compartilham suas ideias deveriam ser recompensadas por sua habilidade de iluminar e informar e não apenas pela capacidade de atrair alguns segundos de atenção". Assinatura paga, paywall, publicidade contextual podem ser algumas respostas.

Williams levantou US$ 130 milhões em investimentos de venture capital para montar o Medium e sua fortuna pessoal é estimada pela Forbes em US$ 1,4 bilhão, mas a maior parte ligada a ações do Twitter, uma plataforma que, nesse momento, também enfrenta um calvário próprio. Evan Williams é uma das mentes brilhantes do Silicon Valley e um dos poucos empreendedores que legitimamente pensa em audiência e impacto na sociedade das coisas que cria. 

 

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