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Made in Space lançará satélites que se reconstroem com tecnologia 3D
Made in Space lançará satélites que se reconstroem com tecnologia 3D
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Made in Space lançará satélites que se reconstroem com tecnologia 3D

Com data de lançamento programada para 2022, os equipamentos abrem uma nova fronteira de uso dos recursos espaciais

Da Redação

03/09/2019 às 15h47

Foto: YouTube Made in Space

Legenda:

Uma das pioneiras no setor de fabricação de tecnologia espacial, a Made in Space está com um dos projetos mais ambiciosos que se tem notícia sobre o setor: pretende, até 2022, colocar em órbita satélites equipados com tecnologia de impressão 3D. Assim, eles seriam capazes não apenas de reparar potenciais danos, como também montar equipamentos bem mais resistentes e potentes do que os disponíveis atualmente.

A lógica seguida pela empresa é a seguinte: o mercado de equipamentos espaciais leva muito tempo e dinheiro para construir um satélite capaz de resistir à força e pressão da saída da Terra. Para evitar que um hardware se quebre por exposição, as peças em geral são “pequenas” e bastante juntas, o que acaba limitando a capacidade de alcance dos satélites.

Com o novo projeto, chamado Archinaut One, a idea é construir dois painéis solares gigantescos (foto de exemplo) que estariam equipados com uma impressora 3D. Já em órbita, seria iniciada a construção e ampliação de novos painéis, o que aumentaria de forma significativa o alcance de recursos como internet, por exemplo

 

Reciclando no espaço

A companhia já realizou diversas viagens para a Estação Espacial Internacional, fazendo testes de impressão 3D por lá. Outro objetivo da Made in Space, aliás, é utilizar polímeros que ficam armazenados na EEI para produzir um tipo ainda mais resistente de fibra ótica.

Como se construir um satélite já em órbita não fosse desafiador o suficiente, a firma também quer aproveitar o regolito (a poeira que fica acumulada na superfície lunar) e utilizá-lo como matéria-prima para impressões 3D. A ideia é criar estruturas mais fortes e resistentes das que existem hoje espaço.

Por mais futurista que o plano pareça, pelo visto ele vai realmente sair do papel: equipe da Made in Space fez uma demonstração boa o suficiente para convencer a NASA a investir US$ 73 milhões no projeto. Agora é esperar.

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