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Huawei demite executivo preso na Polônia sob alegações de espionagem
Huawei demite executivo preso na Polônia sob alegações de espionagem
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Huawei demite executivo preso na Polônia sob alegações de espionagem

Em comunicado à imprensa, fabricante de smartphones garantiu que o incidente não tinha nenhuma relação com a companhia

Da Redação

14/01/2019 às 12h17

Diretor da Huawei demitido apos acusacoes de espionagem.jpg
Foto:

A Huawei anunciou que demitiu um de seus diretores no último final de semana após ele ter sido preso na Polônia sob alegações de praticar espionagem. Wang Weijing, ex-diretor de vendas para clientes do setor público na Polônia, foi preso juntamente com um ex-agente de segurança polonês na semana passada, segundo informações da Reuters

Em comunicado à imprensa, a fabricante de smartphones garantiu que o incidente não tinha nenhuma relação com a companhia. "Em acordo com os termos e condições do contrato de trabalho com a Huawei, nós tomamos essa decisão porque o incidente em questão trouxe descrédito à Huawei", declarou a empresa. "A Huawei cumpre com todas as leis e regulações nos país que opera e nós exigimos que cada funcionário cumpra às leis e regulamentos nos países em que estão baseados", completou. 

À Reuters, um porta-voz do serviço de segurança da Polônia afirmou que as alegações contra Weijing dizem respeito a ações individuais e não estão diretamente relacionadas a  Huawei Technologies Cos Ltd.

Entretanto, apesar de as ações de Wang não possuírem nenhuma relação com a Huawei, o incidente acontece em um momento onde a reputação da companhia foi posta em cheque. Isso porque Wang é o segundo executivo do alto escalão da companhia a ser preso. No final do ano passado, a diretora financeira da Huawei foi detida no Canadá após os Estados Unidos alegarem que a companhia teria violado sanções comerciais impostas ao Irã. Meng, que também é filha do fundador da Huawei, Ren Zhengfei, foi liberada após pagamento de fiança.

O caso mais recente deve intensificar ainda mais as preocupações de segurança em relação à companhia. O ministro de Relações Internas da Polônia, Joachim Brudzinski, pediu para que a União Europeia e a Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), trabalhem juntas para decidir se devem excluir a Huawei de seus mercados. 

Segundo a reportagem da Reuters, tanto Weijing quanto o outro homem preso, podem ser mantidos em prisão por três meses. 

 

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