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Hackers roubam registros de empresas de telefonia móvel ao redor do mundo
Hackers roubam registros de empresas de telefonia móvel ao redor do mundo
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Hackers roubam registros de empresas de telefonia móvel ao redor do mundo

Segundo informações do TechCrunch, no mínimo 10 empresas de telefonia celular tiveram seus registros roubados durante os últimos sete anos

Da Redação

26/06/2019 às 11h52

Foto: Shutterstock

Pesquisadores de segurança digital afirmam ter descoberto um roubo massivo de registros de chamadas de empresas de telefonia celular. O ataque foi descoberto por cientistas da Cybereason, empresa de segurança de Boston, nos Estados Unidos.

A Cybereason denunciou o caso ao TechCrunch, que de acordo com o portal, mais de 10 redes de telefonia celular ao redor do mundo foram invadidas durante sete anos. Os criminosos teriam conseguido informações valiosas como números de celular, datas e os horários das ligações.

Usando essas informações dos registros de chamadas, os hackers poderiam rastrear a localização física de qualquer cliente das empresas invadidas, o que incluem personalidades públicas e políticos. Lior Div, CEO da Cybereason, disse que o caso faz parte de uma espionagem em "escala maciça".

Embora os registros não incluam as gravações de chamadas ou o conteúdo das mensagens, eles podem oferecer informações detalhadas sobre a vida de um indivíduo.

Os cientistas da Cybereason acreditam que a principal motivação das invasões era conseguir coletar esses dados sem ter que mandar malwares individualmente para cada vítima, o que levaria muito tempo. Div disse também que os invasores agiram de forma imperceptível. "Eles sabem tudo sobre as vítimas sem nunca terem hackeado o telefone de ninguém", pontuou.

O ataque explorava vulnerabilidades de servidores conectados à Internet para conseguir posições dentro das redes internas dos provedores. Com isso, os hackers continuaram a explorar cada máquina individualmente, roubando credenciais para obter acesso mais profundo.

Chefe de pesquisa e segurança da Cybereason, Amit Serper disse que os invasores sabiam exatamente o que procuravam no momento dos ataques. Eles foram bem-sucedidos em invadir o servidor de outras empresas após mapear e estudar as vulnerabilidades da primeira.

Em entrevista à Reuters, a Cybereason explica que os atacantes utilizaram as mesmas ferramentas maliciosas usadas anteriormente por um grupo de hackers conhecido como APT10, que acredita-se ser um grupo chinês. A Cybereason suspeita que os ataques possam ter começado na China ou Irã.

Entretanto, ao TechCrunch, Div mostrou desconfiança. Isso porque disse que o ataque teria sido efeito ou pelo APT 10 ou "por alguém que queira que nós vamos a público dizer que é o APT 10". Vale lembrar que as relações entre a China e os Estados Unidos estão fragilizadas desde que a administração Donald Trump cirou uma lista de entidades com empresas barradas de fazer negócios com outras companhias norte-americanas, sendo a Huawei o caso mais simbólico.

 

 

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