Fazer login no IT Mídia Redefinir senha
Bem-vindo de volta,
Digite seu e-mail e clique em enviar
Ainda não tem uma conta? Cadastre-se
Logo ITMidia
Logo ComputerWorld
Logo PCWorld
Logo CIO
Logo ITForum
Salvar em Nova pasta de favoritos

+

Criar pasta
Últimos favoritos Ver todos
Últimas notícias do conteúdo : Ver todos
Governo britânico assina pedido de extradição de Julian Assange
Governo britânico assina pedido de extradição de Julian Assange
Home > Internet

Governo britânico assina pedido de extradição de Julian Assange

Fundador do Wikileaks recusa extradição, argumentando que os seus atos 'protegeram muitas pessoas'

RTP*

13/06/2019 às 10h23

Foto: Creative Commons

O ministro do Interior britânico, Sajid Javid, anunciou nesta quinta-feira (13) que assinou o pedido de extradição do fundador do Wikileaks, Julian Assange, para os Estados Unidos (EUA) e que cabe agora aos tribunais decidir.

"Ontem [quarta-feira] assinei e certifiquei a ordem de extradição que vai ser apresentada ao tribunal amanhã [sexta-feira]", disse o ministro à BBC Radio 4, acrescentando que cabe ao tribunal "a decisão final".

O australiano, detido no Reino Unido, deverá comparecer na sexta-feira a um tribunal de Londres para uma audiência preliminar do processo de extradição, na sequência do pedido formalizado terça-feira pelos Estados Unidos.

O veredito só deve ser anunciado dentro de vários meses e a última palavra cabe ao governo britânico, que pode decidir aplicar ou não a decisão judicial.

Julian Assange, 47 anos, é acusado pelos Estados Unidos de mais de 20 crimes, incluindo espionagem e divulgação de documentos diplomáticos e militares confidenciais, puníveis no total por uma pena que pode chegar a 170 anos de prisão, segundo o diário norte-americano Washington Post.

O fundador do Wikileaks recusa a extradição, argumentando que os seus atos "protegeram muitas pessoas".

Assange foi condenado, em 1º de maio, a 50 semanas de prisão por ter violado as condições de liberdade condicional em 2012, ao refugiar-se na embaixada do Equador em Londres para evitar a extradição para a Suécia, onde era acusado de delitos sexuais.

O australiano permaneceu quase sete anos na embaixada do Equador até que, em 11 de abril passado, o presidente equatoriano retirou a proteção diplomática e permitiu sua detenção pela política britânica.

*Emissora pública de televisão de Portugal

 

Junte-se a nós e receba nossas melhores histórias de tecnologia. Newsletter por e-mail Newsletter por e-mail
Vai um cookie?

A IT Mídia usa cookies para personalizar conteúdo e anúncios, para melhorar sua experiência em nosso site. Ao continuar, você aceitará o uso. Para mais detalhes veja nossa Política de Privacidade.

Este anúncio desaparecerá em:

Ir para o site