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Google vai banir apps que facilitam venda e entrega de maconha na Play Store
Google vai banir apps que facilitam venda e entrega de maconha na Play Store
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Google vai banir apps que facilitam venda e entrega de maconha na Play Store

Novas regras não levam em consideração estados e países onde a comercialização é legalizada

Da Redação

30/05/2019 às 10h43

Foto: Shutterstock

O Google atualizou as regras da Play Store na quarta-feira (29) para proibir aplicativos que facilitam a venda e a entrega de maconha. As medidas são abrangentes, ou seja, não levam em consideração os estados e países onde a comercialização é legalizada. As regras também proíbem a venda de tabaco.

Os aplicativos que oferecem tais recursos agora estão sob risco de serem removidos da loja de apps do Google ao menos que eles concordem e tirem as funções banidas pelo Google nos próximos 30 dias. Produtos que contêm THC, que são comestíveis, também não poderão ser vendidos. Nos Estados Unidos, há dois aplicativos populares - Weedmaps e Eaze - que ofertam a entrega de maconha. Eles deverão mudar o principal produto, caso contrário, enfrentarão a suspensão.

Ao Engadget, um representante do Eaze disse que a decisão do Google é "decepcionante" e que apenas ajuda a facilitar a venda ilegal de maconha e derivados. "Mas estamos confiantes de que o Google, Apple e Facebook irão, eventualmente, fazer a coisa certa e permitir companhias legalizadas de cannabis a fazerem negócios em suas plataformas. Nós lamentamos qualquer inconveniência que isso pode causar aos nossos clientes e pacientes", informou.

Novas regras visam tornar a Play Store mais amigável para crianças

O Google também anunciou na quarta-feira uma série de novas políticas para desenvolvedores com proteções reforçadas para crianças e famílias que buscam aplicativos na Play Store. As novas regras exigem que desenvolvedores assegurem que seus apps respeitem todas as exigências em termos de conteúdo, anúncios e como eles lidam com informação que identifica seus usuários.

Os desenvolvedores agora são perguntados, por exemplo, se os aplicativos que eles oferecem têm crianças como parte de sua audiência. Caso sim, eles devem assegurar que seus aplicativos não apareçam, de forma alguma, para tal público. Já os apps que são dedicados para crianças e adolescentes só poderão exibir anúncios que passam por uma certificação do Google, de acordo com as políticas da companhia.

O Google diz que a companhia está comprometida em fornecer um "ambiente seguro e positivo" para crianças e famílias e por isso está anunciando tais mudanças.

Vale lembrar que as novas regras vêm meses depois de uma coalização formada com 22 grupos em defesa dos direitos da criança nos EUA preencher uma queixa junto ao FTC, um órgão de defesa do consumidor. As organizações afirmavam que o Google não verificava apps e games apresentados na seção de Família da Google Play.

 

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