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Google anuncia novas regras para lidar com casos de assédio sexual após protestos
Google anuncia novas regras para lidar com casos de assédio sexual após protestos
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Google anuncia novas regras para lidar com casos de assédio sexual após protestos

CEO Sundar Pichai encaminhou e-mail para funcionários explicando novas medidas que visam lidar melhor com acusações

Da Redação

08/11/2018 às 17h20

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Foto:

Após milhares de funcionários do Google saírem às ruas para protestar contra casos de assédio sexual dentro da companhia, O CEO Sundar Pichai encaminhou um e-mail para os funcionários nesta quinta-feira (08) onde fala sobre mudanças que a companhia está fazendo para melhor apoiá-los. "Reconhecemos que nem sempre conseguimos fazer tudo certo no passado e pedimos sinceras desculpas por isso. Está claro que precisamos fazer algumas mudanças", escreveu o executivo.

Recentemente, o New York Times reportou que funcionários do alto escalão do Google, incluindo Andy Rubin, foram encobertados após acusações de assédio sexual. No caso de Rubin, a reportagem relata um caso grave, onde ele teria coagido uma funcionária a realizar sexo oral nele. O criador do Android deixou a companhia em 2014 e, com sua saída, levou um pacote de compensação de 90 milhões de dólares. De acordo com fontes próximas ao caso, o Google teria investigado a acusação contra Rubin e após ter concluído que era verídica pediu para o executivo se demitir. Como protesto, funcionários de diferentes escritórios do Google mundo afora deixaram seus postos de trabalho e foram para as ruas para chamar atenção para o caso. 

Em seu comunicado, também compartilhado no blog do Google, Pichai disse que a empresa irá dar maior transparência a como o Google resolve tais questões. 

"Vamos oferecer um suporte melhor e cuidar das pessoas que se manifestarem. Vamos dobrar nosso compromisso para oferecer um ambiente de trabalho representativo, igualitário e respeitoso", prometeu como parte de um plano da companhia para endereçar comportamentos de assédio sexual.

Entre as ações, Pichai explicou que o Google irá juntar todos os canais de contato em um site dedicado a atendimento ao vivo para acusações de assédio. "Vamos melhorar os processos que usamos para lidar com essas questões, incluindo o fato de que Googlers poderão ser acompanhados por uma pessoa de apoio e vamos oferecer cuidados extras e recursos para Googlers durante e depois do processo, o que inclui aconselhamento estendido e suporte à carreira", escreveu.

Segundo Pichai, o Google já realiza um treinamento obrigatório sobre assédio sexual. Mas agora a companhia irá atualizar e expandir tal treinamento. Aqueles que não o completarem irão ter uma estrela a menos na nota de avaliação na performance.  

"Vamos nos comprometer novamente com nossas metas em torno de diversidade, equidade e inclusão em 2019, focando em melhorar a representatividade — por meio da contratação, promoção e retenção — e criando uma cultura mais inclusiva para todos. Nossa Chief Diversity Officer vai continuar a dar atualizações mensais sobre os progressos para mim e o time de liderança", concluiu Pichai.

 

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