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Google alerta funcionários sobre protestos durante Parada Gay
Google alerta funcionários sobre protestos durante Parada Gay
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Google alerta funcionários sobre protestos durante Parada Gay

Comunicado interno deixou os funcionários preocupados com relação a liberdade de expressão dentro da empresa

Da Redação

25/06/2019 às 19h21

Foto: Shutterstock

Funcionários do Google e YouTube se depararam nesta semana com um comunicado da companhia que serviu de alerta para aqueles que vão participar da parada LGBTQ San Francisco Pride. Segundo um tweet que seria de uma funcionária do Google, protestos contra as políticas atuais do YouTube podem ser consideradas como uma violação da política de comunidade da empresa.

De acordo com o The Verge, os funcionários do Google poderiam protestar pacificamente contra o YouTube ou o Google durante a parada, mas desde que não sejam identificados como funcionários e nem deixem isso expresso.

Um comunicado interno enviado aos funcionários informou, segundo o The Verge, que qualquer pessoa que optar por participar do desfile como representante do Google e expressar qualquer protesto será considerado uma violação do código de conduta do Google. A empresa vetou principalmente o uso de cartazes ou camisetas que critiquem as decisões políticas do YouTube.

De acordo com prints de tela compartilhados com o The Verge, quando um funcionário do Google perguntou se isso seria tolerado pela empresa, um dos líderes disse que não.

"Os funcionários são livres para fazer qualquer declaração que quiserem pessoalmente, mas eles não estão autorizados a aproveitar nossa plataforma para expressar uma mensagem contraditória ao que o Google está expressando”, disse a mensagem.

Internamente, em um grupo chamado Gayglers (em referência a Googlers), os funcionários LGBT da companhia expressaram suas frustrações com as recentes decisões políticas do YouTube e a controvérsia sobre como o YouTube modera e decide quando e como punir os canais na plataforma.

O CEO do Google, Sundar Pichai, reproduziu o recente pedido de desculpas de Susan Wojcicki, CEO do YouTube, onde prometem que a empresa estaria dando uma "boa olhada" em suas políticas de assédio.

No entanto, alguns funcionários encararam a situação como irônica, "Os usuários do YouTube que usam nossa plataforma e, às vezes, obtêm receita significativa, podem reivindicar liberdade de expressão para continuar usando-a, mas os funcionários LGBT do Google não têm liberdade para dizer que o Google não nos representa", disse um dos funcionários da comunidade ao The Verge.

"Isso é irônico na melhor das hipóteses, mas hipócrita ... especificamente irônico tentando conter nosso discurso no 50º aniversário da marcha de Stonewall", complementou.

 

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