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Firefox poderá rodar plugins do Chrome e Opera de maneira mais fácil
Firefox poderá rodar plugins do Chrome e Opera de maneira mais fácil
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Firefox poderá rodar plugins do Chrome e Opera de maneira mais fácil

Mozilla também anunciou medidas de segurança para bloquear plugins de terceiros não assinados a partir do Firefox 41.

PC World / EUA

24/08/2015 às 11h44

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Foto:

Legenda:

A Mozilla está seguindo em frente com um plano de bloquear extensões não assinadas no Firefox, apesar de começar a oferecer melhores ferramentas para desenvolvedores como consolação.

Como a empresa indicou anteriormente, em breve vai exigir uma verificação de segurança para todas as extensões de terceiros no Firefox. A partir do Firefox 41, que chega em 22 de setembro, a Mozilla vai bloquear todas as extensões não assinadas – mas os usuários poderão retirar essa proteção caso queiram. No entanto, essa opção de “driblar” o bloqueio não estará disponível para todas as versões beta e finais do Firefox 42 e versões mais recentes, à medida que forem lançadas (as edições Nightly e Developer ainda permitirão isso).

A Mozilla afirmou que o novo procedimento de assinatura é necessário para barrar injeções de anúncios e scripts maliciosos. A organização aponta que uma lista de bloqueio (blocklist) e diretrizes de add-ons não são mais suficientes à medida que fica muito difícil rastrear e descobrir malware antes que o dano seja causado. A iniciativa não chegará sem controvérsias, uma vez que alguns usuários dependem de extensões que não são mais oficialmente suportadas pelos seus desenvolvedores.

Para ajudar a diminuir essas preocupações, a Mozilla está introduzindo uma API WebExtensions, que, segundo a empresa, permitirá “portar” extensões de outros navegadores com pouco esforço – a lista de browsers compatíveis inclui o Chrome e o Opera, e eventualmente o novo Microsoft Edge.

A Mozilla diz que consegue revisar essas extensões de forma mais rápida, e que elas também suportam uma nova versão multiprocesso do Firefox que ficará estável em dezembro. O modo multiprocesso separa efetivamente a renderização e a interface de usuário do conteúdo da página, evitando que o browser todo trave se apenas uma página enfrentar problemas.

Como parte dessas mudanças, a Mozilla também planeja desaprovar os add-ons do Firefox que usem XPCOM, XUL, e XBL, possivelmente nos próximos 12 a 18 meses. Apesar de esses plug-ins permitirem ao Firefox ser altamente customizável, eles também possuem uma tendência de “travar” quando a Mozilla libera updates do navegador, e a mudança para multiprocesso só vai aumentar esses problemas.

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