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Facebook, em parceria com Microsoft, lança competição para detectar deepfakes
Facebook, em parceria com Microsoft, lança competição para detectar deepfakes
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Facebook, em parceria com Microsoft, lança competição para detectar deepfakes

Com investimento de US$ 10 milhões, Deepfake Detection Challenge busca envolver pesquisadores para detectar vídeos gerados com AI

Da Redação

09/09/2019 às 20h28

Foto: Shutterstock

Legenda:

O Facebook anunciou na última semana uma parceria com a Microsoft, com a organização Partnership on AI e com pesquisadores de diferentes universidades para lançar um concurso que busca desenvolver tecnologia que consiga melhor detectar vídeos gerados com tecnologia deepfake.

Segundo informações da Reuters, o Facebook está investindo US$ 10 milhões no desafio "Deepfake Detection Challenge". Como parte da iniciativa, a rede social está contratando pesquisadores para produzir deepfakes realistas e, com isso, criar um banco de dados para testar ferramentas de detecção. A empresa reforça que os vídeos serão produzidos com atores pagos e que nenhum dado de usuário será utilizado no processo. Tais vídeos devem ser liberados em dezembro deste ano.

O anúncio acontece após o Comitê de Inteligência da Câmara dos Estados Unidos exigir, em julho deste ano, que o Facebook, Twitter e o Google compartilhem seus planos de combate aos deepfakes. Em reação, o Facebook disse estar investindo US$ 7,5 milhões em equipes da Universidade da Califórnia, Berkeley, Universidade de Maryland e Cornell University para conter a ameaça.

O deepfake usa inteligência artificial para criar vídeos extremamente realistas, onde uma pessoa parece dizer algo, quando, na verdade, não disse. Tais criações pressionam a responsabilidade das redes sociais em conter desinformação, ainda mais com o período de pré-eleição presidencial, nos EUA, no ano que vem.

A tecnologia deepfake tem rapidamente evoluído, tornando-se cada vez mais realista e acessível para o público, como é o caso do app Zao, que se popularizou na semana passada por permitir que usuários transformem seus rostos em rostos de celebridades, de maneira bem convincente. O app, no entanto, colocou a privacidade de milhões de usuários em risco.

 

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