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Facebook anuncia, finalmente, restrições para transmissão ao vivo
Facebook anuncia, finalmente, restrições para transmissão ao vivo
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Facebook anuncia, finalmente, restrições para transmissão ao vivo

Medidas acontecem três meses após atentado terrorista na Nova Zelândia ser transmitido pela plataforma

Da Redação

16/05/2019 às 14h00

Foto: Shutterstock

O Facebook anunciou, finalmente, nesta semana que vai começar a restringir quem pode transmitir vídeos ao vivo na plataforma. A medida acontece cerca de três meses após os ataques terroristas na Nova Zelândia.

Em um post publicado em seu blog, o Facebook disse que aplicará o que chamou de política de "strike one" ao Facebook Live que proibiria os usuários que violarem os padrões da comunidade da plataforma, ao menos uma vez, de usar o serviço de transmissão ao vivo por períodos de tempo definidos.

Essas novas medidas não se aplicam apenas ao conteúdo transmitido ao vivo e sim a todo conteúdo publicado na plataforma. Isso quer dizer que se um usuário postar um link que viole as diretrizes da comunidade em seu perfil, como o conteúdo que leva a um site terrorista, ele também será banido do recurso de transmissão ao vivo.

"Nosso objetivo é minimizar o risco de abuso no Live, enquanto permitimos que as pessoas usem o Live de forma positiva todos os dias", disse Guy Rosen, Vice-presidente de Integridade do Facebook.

Rosen disse que o Facebook espera expandir essas restrições para outras partes da plataforma no futuro. Em breve, esses mesmos usuários que violarem os Padrões da comunidade do Facebook também serão impedidos de criar anúncios.

A decisão de impor restrições ao Facebook Live vem depois que um terrorista nacionalista branco entrou em mesquitas em Christchurch, Nova Zelândia, e transmitiu ao vivo o ataque à plataforma. Após o tiroteio, o Facebook foi fortemente criticado por permitir que o indivíduo transmitisse e por não remover cópias do vídeo em um ritmo rápido o suficiente.

"Após os terríveis ataques terroristas na Nova Zelândia, estamos revisando o que mais podemos fazer para limitar nossos serviços de serem usados para causar danos ou espalhar o ódio", disse Rosen.

 

 

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