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Facebook acredita que 87 milhões de perfis de usuários foram usados pela CA
Facebook acredita que 87 milhões de perfis de usuários foram usados pela CA
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Facebook acredita que 87 milhões de perfis de usuários foram usados pela CA

Anteriormente, foi noticiado que consultoria teria tido acesso a 50 milhões de perfis; Facebook anunciou mudanças em sua política de privacidade

Da Redação

04/04/2018 às 19h59

Facebook_Headquarters-625.jpg
Foto:

O Facebook revelou nesta quarta-feira (4) que acredita que a consultoria política Cambridge Analytica se beneficiou de uma base muito maior de perfis de usuários da rede social. No caso, não seriam 50 milhões como foi informado inicialmente, mas sim 87 milhões. Tais dados teriam sido usados para personalizar propaganda e conteúdo político para usuários da plataforma, influenciando no resultado das eleições norte-americanas que levaram Donald Trump à presidência. 

Em um comunicado publicado no blog oficial da empresa, Mike Schroepfer, diretor de tecnologia do Facebook, é quem assina a "recontagem" dos milhões de perfis.

"No total, nós acreditamos que as informações de até 87 milhões de pessoas, a maioria delas nos EUA, podem ter sido impropriamente compartilhadas com a Cambridge Analytica", afirmou Schroepfer. 

Entretanto, a Cambridge Analytica negou a estimativa. Em comunicado, a companhia disse que obteve dados de 30 milhões de pessoas por meio de um contrato legal com a empresa GSR. 
 
Nova política de privacidade
 
A recontagem do Facebook é divulgada no mesmo dia em que a companhia anunciou que está reformulando a sua política de dados e privacidade para tornar mais transparente o processo e interações dentro da plataforma que possui 2 bilhões de usuários.
 
Em publicação em seu blog, a empresa de Mark Zuckerberg detalha planos para tornar "mais acessível" a linguagem de suas informações. Todos esses esforços, que incluem uma varredura nos aplicativos terceiros que se integram à rede social, visam também reduzir o mal-estar criado com o escândalo envolvendo a CA. Desde que estourou, o Facebook perdeu mais de US$ 40 bilhões em seu valor de mercado e campanhas na Internet defendiam a hashtag #DeleteFacebook.
 
Entenda o caso
 
O escândalo veio à tona quando um ex-funcionário da Cambridge Analytica, Cristopher Wyllie, deu entrevistas publicadas pelo jornal Observer e The New York Times, no dia 17 de março, detalhando como a empresa usou dados de 50 milhões de perfis, adotando o método conhecido como “psicografia”, para direcionar o voto destas pessoas em Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos de 2016. 
 
A CA, que trabalhou com a equipe responsável pela campanha de Trump à presidência, também foi contratada pelo grupo que promovia a saída do Reino Unido da União Europeia. Vale lembrar que nos Estados Unidos, usuários estão processando o Facebook e a Cambridge Analytica.
 
O Facebook chegou a recorrer à mídia impressa para divulgar um pedido de desculpas do CEO, Mark Zuckerberg, em nove grandes jornais dos EUA e Reino Unido. O título do texto dizia "Temos a responsabilidade de proteger sua informação. Se não conseguimos, não a merecemos".

 

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