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Executivo da Huawei é acusado de ajudar em roubo de segredos comerciais
Executivo da Huawei é acusado de ajudar em roubo de segredos comerciais
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Executivo da Huawei é acusado de ajudar em roubo de segredos comerciais

Eric Xu é acusado de coordenar esquema que visava o roubo de segredos de tecnologia SSD de startup desenvolvedora de chips

Da Redação

23/05/2019 às 18h29

Foto: Shutterstock

Uma startup desenvolvedora de chips, a CNEX, entrou com uma ação contra a chinesa Huawei onde acusa o presidente rotativo Erix Xu de coordenar um esquema para roubar informações estratégicas. A alegação é de que Eric Xu ordenou colaboradores da Huawei a coletar especificidades técnicas sobre a tecnologia de drives de estado sólido (SSD) da CNEX. As informações são do Wall Street Journal.

Fundada por um ex-executivo da Huawei, a CNEX declarou no processo que Xu “instruiu um engenheiro da Huawei a analisar as informações técnicas da CNEX. O engenheiro supostamente apresentou-se como um potencial cliente para obter detalhes sobre a tecnologia”. Além disso, a CNEX acusa Xu de montar um esquema na Universidade de Xiamen, para acessar a placa de memória enviada pela empresa à instituição. Os advogados de Xu negam qualquer acusação sobre roubo de informações corporativas.

A disputa entre as duas empresas não é de hoje, visto que Huawei já havia processado em 2017 o cofundador da CNEX, Yiren Ronnie Huang (que deixou a Huawei em 2013) por contratar funcionários da gigante chinesa e usar suas patentes para criar tecnologias de SSD. Em resposta, a CNEX moveu uma ação contra a Huawei, argumentando que essa última é quem teria roubado segredos corporativos.

Esse está longe de ser o maior problema da Huawei, que enfrenta barreiras impostas por Donald Trump para a comercialização de suas soluções nos Estados Unidos. Atualmente, os EUA mantêm uma licença temporária por 90 dias, até 19 de agosto, com objetivo de permitir que a fabricante de smartphones trabalhe com empresas americanas em quatro frentes: suporte a celulares Android, manutenção de redes móveis, divulgação de vulnerabilidades de segurança e desenvolvimento do 5G.

Entretanto, Aaempresa chinesa continua proibida de comprar processadores e chips das fabricantes americanas, como Qualcomm e Intel, além de software para novos PCs.

 

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