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EUA pedem extradição de Julian Assange, fundador do site WikiLeaks
EUA pedem extradição de Julian Assange, fundador do site WikiLeaks
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EUA pedem extradição de Julian Assange, fundador do site WikiLeaks

Assange pode receber pena de cinco anos de prisão, caso seja considerado culpado por roubo de cerca de 700 mil documentos

Da Redação, com Agência Brasil

12/04/2019 às 11h00

Foto: Creative Commons

O Reino Unido está considerando atender a uma solicitação do governo americano no que diz respeito à extradição de Julian Assange, fundador do site WikiLeaks, após sua detenção em Londres.

A polícia levou Assange, sob custódia da Embaixada do Equador, nessa quinta-feira (11), onde ele estava asilado por cerca de sete anos. Assange procurou asilo para escapar de uma extradição para a Suécia, onde ele enfrentava acusações de assédio. Os casos foram arquivados, mas Assange seguiu na embaixada por receio de enfrentar outros processos.

Assange foi preso por não ter comparecido a um interrogatório em uma corte britânica em 2012, enquanto estava em liberdade sob fiança. Também o deteve no âmbito do pedido demanda de extradição por parte dos Estados Unidos.

O governo norte-americano disse que Assange é acusado de ter conspirado com um ex-analista do Exército americano para acessar uma rede de computação com dados confidenciais em março de 2010.

O ex-analista da inteligência dos Estados Unidos foi considerado réu convicto por roubo de cerca de 700 mil documentos e por tê-los fornecido ao WikiLeaks. A denúncia diz que Assange pode receber pena máxima de cinco anos de prisão, caso seja considerado culpado.

ONU pede processo justo

O Alto Comissariado da ONU para Direitos Humanos se pronunciou sobre a prisão de Assange, pedindo por um julgamento justo.

“Esperamos que as autoridades competentes garantam que o caso de Assange obedeça ao processo devido, de acordo com seu direito a um julgamento justo, assim como chegar o momento da extradição”, afirmou o órgão à imprensa.

A comissária da ONU para Direitos Humanos, Michelle Bachelet, ainda não se pronunciou sobre a prisão de Assange.

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