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Estudante brasileira leva 1º lugar em competição internacional de ciência
Estudante brasileira leva 1º lugar em competição internacional de ciência
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Estudante brasileira leva 1º lugar em competição internacional de ciência

Juliana Davoglio Estradioto venceu competição da Intel com projeto que aproveita resíduos da noz da macadâmia para confecção de embalagens

Da Redação

24/05/2019 às 16h22

Foto: Febrace/Divulgação

Estudantes brasileiros conquistaram oito prêmios da maior feira internacional de Ciências e Engenharia realizada pela Intel, a Intel ISEF 2019. A delegação brasileira foi a mais premiada da América Latina e a 10ª mais premiada dos 81 países participantes. A feira foi realizada entre os dias 12 a 17 de maio, nos Estados Unidos. No total, 1.800 estudantes participaram.

Os estudantes participam da feira com projetos inovadores nas áreas das ciências, tecnologia, engenharia e matemática, com propostas que buscam soluções para melhorar a qualidade de vida ao redor do mundo. Os projetos foram julgados pela sua capacidade criativa, pensamento científico, rigor, competência e clareza mostrada. A distribuiu entre os vencedores um total de US$ 5 milhões em prêmios.

A delegação brasileira participou da competição conta com 29 estudantes, entre elas estava Juliana Davoglio Estradioto (ao centro da primeira imagem), de 18 anos, que levou o primeiro lugar na categoria Materials Science. Seu projeto chamado "CATCHPOOH" tem como objetivo o aproveitamento de resíduos da noz da macadâmia para biossíntese de celulose e confecção de embalagens. A estudante é a primeira do País a conquistar o prêmio.

Parte da delegação brasileira durante a Intel ISEF 2019 – Foto: Divulgação/Febrace

Já a invenção da estudante Ekarinny Myrela Brito de Medeiros recebeu dois prêmios: um primeiro lugar na categoria Patent and Trademark Office Society e um quarto lugar em Translational Medical Science.

Ekarinny produziu um cateter com propriedades antimicrobianas proveniente do aproveitamento do líquido da castanha de caju como alternativa na prevenção de infecção sistêmica. A solução foi pensada depois que sua tia morreu em decorrência de uma infecção sanguínea ocasionada por um cateter utilizado num procedimento de hemodiálise. Em entrevista ao G1, a jovem disse que isso a levou pesquisar sobre infecções. "Descobri que não existia um cateter com propriedades antimicrobianas. Pensei em produzir eu mesma", revelou ao portal.

Realizada desde 1950, a Intel ISEF é a maior feira científica do mundo para estudantes que ainda não chegaram ao ensino superior. Cientistas ganhadores do Nobel estão entre os jurados.

 

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