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Este é um dos grandes motivos pelos quais startups falham
Este é um dos grandes motivos pelos quais startups falham
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Este é um dos grandes motivos pelos quais startups falham

Em 2018, 30% das startups no Brasil fecharam suas portas. Etapa de criação de um negócio deve envolver o consumidor e ouvi-lo sempre

Da Redação

06/11/2019 às 12h16

Foto: Shutterstock

Abrir uma startup até pode ser fácil. Difícil é sobreviver aos primeiros anos de negócio, ainda mais levando em consideração o mercado volátil e a constante evolução de startups concorrentes. De acordo com a Associação Brasileira de Startups (Abstartups), atualmente o Brasil conta com mais de 12 mil startups. No entanto, embora ofereçam soluções inovadoras, muitas dessas startups acabarão fechando. Em 2018, 30% do total de startups brasileiras fecharam segundo um estudo publicado pelo Sebrae, em parceria com o Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços.

De acordo com o relatório Customers 2020: A Progress Report, publicado pela Customer Experience Professionals Association (CXPA), são inúmeros os motivos que levam algumas startups a fechar. Um estratégia de negócio que não seja focada no consumidor final seria o principal motivo. O estudo prevê que até 2020, a experiência do usuário deva se tornar o principal diferencial competitivo do mercado.

Melina Alves, CEO e fundadora da DUXcoworkers, explica que é na etapa de criação de um negócio, que muitas startups falham, principalmente quando o produto ou serviço ainda está sendo construído. “Os empreendedores gastam muito tempo se dedicando ao produto ou serviço, sem ao menos ouvir o feedback dos usuários. Muitos só percebem esta necessidade quando já é tarde”.

Alves comenta que, startups concentram esforços na criação de uma interface para o produto, mas esquecem que há outros fatores de sustentação, como a experiência do usuário. A estética do produto é apenas um dos fatores.

“É preciso olhar a experiência do usuário como um todo. Há outros pilares que precisam de atenção como a usabilidade, que garante a eficiência e uso descomplicado da ferramenta; a arquitetura da informação, que dá destaque às informações mais importantes e faz com o serviço ou produto oferecido seja de fácil entendimento; o fluxo na navegação, que nada mais é que os caminhos a serem percorridos pelo usuário dentro da ferramenta; e, não menos importante, o conteúdo precisa ser claro”, conclui Alves.

 

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