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Empresas de ônibus acionam Poder Público para barrar Uber Juntos no Brasil
Empresas de ônibus acionam Poder Público para barrar Uber Juntos no Brasil
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Empresas de ônibus acionam Poder Público para barrar Uber Juntos no Brasil

Companhias entraram com ações em 15 cidades e pedem por ressarcimento de prejuízos; Empresas alegam concorrência desleal

Da Redação

22/01/2019 às 14h15

Foto: Shutterstock

Depois de levantar a ira dos taxistas, agora é a vez da Uber ser questionada pelas empresas de ônibus no Brasil. Segundo informações do G1, as empresas de ônibus acionaram o poder público em 15 cidades para tentar barrar a nova modalidade Uber Juntos. Este recurso veio para substituir o Uber Pool e permite o compartilhamento de caronas com usuários que farão trajetos parecidos.

Segundo a reportagem, foram apresentadas queixas em São Paulo, Belo Horizonte (MG), Porto Alegre (RS), Fortaleza (CE), Aracaju (SE) e Maceió (AL). Vale lembrar que nas duas últimas capitais citadas, o serviço ainda não está disponível. As empresas alegam que o Uber Juntos oferece concorrência desleal e predatória e chamam atenção para a companhia não submeter às mesmas regras que os coletivos, como a necessidade de contrato por licitação, regulação e preços fixados. As queixas também sugerem que o Uber Juntos configura transporte coletivo irregular. Em São Paulo, os consórcios afirmam que perderam passageiros e pedem compensação por prejuízos.

As empresas de ônibus ainda argumentam que as viagens compartilhadas por aplicativo possam evoluir para veículos com capacidade de transportar mais pessoas. A estimativa, de acordo com a Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), é que a popularização de tais serviços implique na queda da demanda entre 5% a 7%, inicialmente.

Em nota à imprensa, a Uber se defende e afirma que o serviço não é uma modalidade que venha a concorrer com o transporte coletivo, mas sim um serviço que foi criado para colocar mais pessoas em menos carros e "complementa o transporte público, ampliando o acesso dos usuários à rede pública principalmente na região central."

 

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