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Em baixa no Brasil, TV a cabo diz que queda de assinantes está perto do fim
Em baixa no Brasil, TV a cabo diz que queda de assinantes está perto do fim
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Em baixa no Brasil, TV a cabo diz que queda de assinantes está perto do fim

Segundo ABTA, setor deve finalmente parar de registrar queda de assinantes em julho. Órgão voltou a culpar crise e isentar Netflix por números ruins.

Luiz Mazetto

21/06/2016 às 13h23

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Foto:

A Associação Brasileira de Televisão por Assinatura (ABTA) prevê que a queda do número de assinantes de TV a cabo no Brasil deve ser interrompida em breve, mais especificamente a partir do mês de julho.

“O fundo do poço está próximo. Julho já deve trazer essa estabilidade. Não é nada espetacular, mas sinaliza uma retomada”, aponta o presidente do órgão, Oscar Simões durante evento em SP por conta do Congresso e Feira ABTA, que acontece na próxima semana na capital paulista.

Com essa queda, uma das maiores da história do setor no país, o número de assinantes de TV a cabo voltou a ficar abaixo dos 19 milhões, mesmo patamar de 2013 e anos anteriores. Para se ter uma ideia, entre abril do ano passado e abril de 2016, por exemplo, o número de assinantes de TV paga caiu 4,3% no país, atingindo a marca de 18,91 milhões no Brasil, de acordo com a ABTA. 

Isso tudo pode fazer ainda com que o Brasil perca para o México ainda em 2016 a sua posição de maior mercado de TV paga na América Latina.

Simões também aproveitou a ocasião para destacar o aumento do uso dos serviços sob demanda (on-demand) oferecidos pelos canais pagos no país, como Telecine Play e Fox Play, mas não revelou números sobre o segmento.

Netflix absolvido

Além disso, o presidente da ABTA manteve o discurso já adotado desde 2015 pela associação de culpar a crise econômica, mas não o Netflix, pela queda significativa de assinantes enfrentada pelo setor nos últimos 12 meses. O Netflix não revela seus números no país, mas estudos independentes apontam que o Brasil já é um dos quatro maiores mercados da empresa no mundo.

Estudo publicado em fevereiro deste ano pela Universidade de Oxford apontam que serviços como o Netflix já afetam as TV pelo mundo. Segundo o levantamento, o número de assinantes de TV paga nos EUA caiu de 100,9 milhões para 97,1 milhões entre 2011 e 2015, enquanto que os serviços de vídeo OTT (over the top) pularam de 28 milhões para 50,3 milhões no mesmo período.

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