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Ecossistema brasileiro não é favorável para startups, diz fundador do Waze
Ecossistema brasileiro não é favorável para startups, diz fundador do Waze
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Ecossistema brasileiro não é favorável para startups, diz fundador do Waze

Para Uri Levine, cobrança de impostos para empresas iniciantes e falta de desenvolvedores prejudica ecossistema brasileiro

Da Redação

04/03/2019 às 8h21

Foto: Shutterstock

Para o empreendedor israelense e investidor em série Uri Levine, o ecossistema brasileiro não é favorável para empreendedores nacionais. “Se eu invisto em uma startup brasileira e ela tem sucesso, eu pago impostos no Brasil. Isso não acontece em Israel. O formato que o sistema tem aqui não encoraja investidores nacionais a apostarem nas startups locais”, explicou Levine durante sua participação no Menina Executiva Show, programa que entrevista empreendedores de tecnologia.

Além das taxas, o executivo contou que há outros dois fatores que prejudicam as startups locais: a falta de desenvolvedores e o medo que os empreendedores têm de falhar. “No fim das contas, precisamos de pessoas que construam as coisas e, por isso, o ecossistema brasileiro precisa ser redefinido para a inovação e empreendedorismo”.

Apesar de desfavorável para startups nacionais, Uri Levine aponta o mercado brasileiro como sendo bastante promissor para as empresas que vêm de fora. Levine foi fundador  do Waze, aplicativo que ajuda motoristas a escaparem do trânsito e que foi vendido para a Google por mais de US$ 1 bilhão em 2013. No Brasil, a plataforma encontrou aqui o segundo maior mercado. Já para o Moovit, também fundado pelo executivo israelense, o Brasil é o primeiro.

Recentemente, Levine foi um dos magistrais da 12ª edição da Campus Party. Durante sua palestra, o empreendedor estimou que nos próximos 10 anos, das 10 maiores empresas globais que temos atualmente, apenas metade irá se manter no topo. Ele também foi categórico ao dizer que a próxima geração de pessoas sequer dirigirá um carro.

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