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É falso: boato no WhatsApp atribui tragédia em Brumadinho a terroristas
É falso: boato no WhatsApp atribui tragédia em Brumadinho a terroristas
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É falso: boato no WhatsApp atribui tragédia em Brumadinho a terroristas

Agência Brasileira de Inteligência publicou nota onde alerta que boato que circula nas redes sociais e apps de mensagem é totalmente inverídico

Da Redação

28/01/2019 às 18h00

Foto: Shutterstock

A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) publicou nesta segunda-feira (28) nota oficial onde nega boatos que relacionam a tragédia de Brumadinho (MG) a ataques terroristas que seriam de autoria de um venezuelano e um cubano.

"A A Agência Brasileira de Inteligência (ABIN) esclarece ser totalmente inverídica a informação, difundida por redes sociais e aplicativos de mensagens, sobre a ocorrência de ataque terrorista contra a barragem de Brumadinho/MG. A ABIN não recebeu qualquer relato sobre prisões de venezuelano e cubano na região", diz a nota de esclarecimento.

O boato cita inclusive uma fonte que seria supostamente ligada à ABIN e coloca a tragédia como uma retaliação da Venezuela e Cuba aos planos do novo governo do presidente Jair Bolsonaro. Vale notar que o texto desinformativo contém graves erros de grafia e concordância verbal. Confira abaixo o texto, na íntegra, do boato publicado pelo site Boatos.org.

“ATENÇÃO

INFORMAÇÃO IMPORTANTE

“Uma fonte ligada a ABIN confirmaram nessa tarde que a Polícia Rodoviária Federal deteve nessa tarde, próxima a cidade de Itaguará, cerca de 68 km de Brumadinho, um venezuelano e um cubano.

O carro em que viajam estava em alta velocidade, houve troca de tiros e um terceiro homem foi morto durante a perseguição.

Uma funcionária que sobreviveu a tragédia, confirmou ter ouvido uma explosão antes do rompimento da barragem. A fonte informou ainda que o Venezuelano é Juan Pablo Mercês, ex guerrilheiro das FARCS, possui 7 mandatos de prisão na Colômbia. O cubano é Antonio Cabalero, conhecido instrutor da Polícia Secreta do Governo Castro, condecorado com a Estrela Vermelha, por sua atuação destacada em ações de sabotagem na guerra civil de Angola

Até agora o interrogatório apurou que várias células terroristas venezuelanas se infiltraram no território nacional , desde a vitória de Bolsonaro no primeiro turno das eleições, em outubro.

O objetivo das células são promover atentados terroristas visando sabotar as principais atividades econômicas que compõe as exportações brasileiras, aprofundando a crise econômica e , ao mesmo tempo, frustrando a abertura econômica conduzida por Paulo Guedes.

As células tem como alvo estradas, linhas férreas e portos da infraestrutura de exportação de soja e carne bovina. Barragens e estradas de ferro da Vale e plataformas e oleodutos da Petrobrás.

As ações vinham sendo planejadas para início de março, com objetivo de frustrar as votações da reforma da previdência no Congresso, outro item fundamental para recuperação econômica.

No entanto, o reconhecimento do governo brasileiro de Juan Guaidó como presidente da Venezuela, anteontem, as ações foram antecipadas.

A ABIN , Polícia Federal e Polícia Rodoviária Federal, prosseguem as buscas por mais 5 células terroristas infiltratadas.”

Polícia investiga pedidos de doações destinadas a Brumadinho

Segundo informações da Agência Brasil, as polícias militar e civil de Minas Gerais investigam pedidos de doações supostamente destinadas a vítimas do rompimento da barragem da mineradora Vale em Brumadinho. “Infelizmente, o serviço de inteligência da polícia militar, cruzando com a polícia civil, tem detectado em muitas mídias sociais aproveitadores”, informou o major Flávio Santiago.

“É sempre importante falar para a sociedade que busque a confiabilidade. Às vezes, um site parece ser verídico, mas não traz informações consistentes. É importante que as pessoas verifiquem."

Durante coletiva de imprensa, ele reforçou que a Defesa Civil de Minas Gerais, neste momento, não precisa de doações, já que os esforços estão centrados na busca por sobreviventes e no resgate de corpos. A Vale está responsável por providenciar a hospedagem de cerca de 135 pessoas desabrigadas em hotéis e pousadas de Brumadinho.

 

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