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Diversidade em tech: homens precisam ser engajados na mudança de mentalidade
Diversidade em tech: homens precisam ser engajados na mudança de mentalidade
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Diversidade em tech: homens precisam ser engajados na mudança de mentalidade

Mulheres que atuam na área discutiram na Campus Party o florescimento do feminismo fora das redes sociais

Liliane Nakagawa

15/02/2019 às 18h48

Foto: Liliane Nakagawa

No palco principal da Campus Party, a conversa sobre inclusão de mulheres ganhou espaço no evento realizado nesta semana em São Paulo. Com o auditório praticamente cheio, Iana Chan, da PrograMaria, Alda Rocha, da BeeTech, Liliane Tie, da Women In Blockchain Brasil, e Ana Fontes, da Rede Mulher Empreendedora, bateram um bate-papo sobre experiências, desafios de carreira e iniciativas educacionais que ganharam relevância colocando mais mulheres no campo do empreendedorismo e tecnologia.

Apesar de serem maioria na população brasileira – 51,7%, segundo dados de 2018 levantados pelo IBGE – o discurso das empreendedoras no palco foi uníssono: relataram que muitas vezes foram alvo de preconceito e situações vergonhosas dentro e fora do ambiente de trabalho.

Quando escolheram a tecnologia, uma área que ainda é majoritariamente masculina, a percepção do machismo era ainda mais clara, partindo até de pessoas próximas a elas quanto de familiares. “Evoluímos com discussões, mas ainda tem muito o que fazer, a conversa ajuda a mudar a mentalidade”, afirmou Ian, fundadora da PrograMaria. Todas concordaram que é preciso incluir, especialmente, os homens na discussão.

Iniciativas educacionais como Codamos e PrograMaria ajudam mulheres a se inserirem na área da tecnologia. A fundadora do Codamos, Alda Rocha, explica que o projeto ajuda na luta pelos direitos e pela inclusão de mulheres e outros grupos excluídos na área da tecnologia. “O programa é bastante reconhecido e vem ajudando muitas pessoas, promovendo a diversidade no setor”, comentou.

Outra iniciativa que ganhou relevância é o PrograMaria, que tem como missão empoderar mulheres por meio da tecnologia e da programação. Iana Chan disse que a iniciativa tem exclusividade de cursos de programação voltados à mulher. “Muitas pessoas podem dizer que isso é um privilégio, mas na verdade, trata-se de um espaço de acolhimento e fortalecimento da mulher”, acrescentou.

A conversa no palco também incluiu dicas para mulheres que desejam entrar de cabeça no mundo da tecnologia. Em poucas linhas, as empreendedoras resumiram esse apoio: “busquem conhecimentos, se permitam e nunca desistam dos objetivos”.

 

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