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Discos virtuais gratuitos começam a dar prejuízo e empresas se defendem
Discos virtuais gratuitos começam a dar prejuízo e empresas se defendem
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Discos virtuais gratuitos começam a dar prejuízo e empresas se defendem

A festa que parecia não ter fim parece estar no fim; reajustes nas tarifas e dificultar o armazenamento de dados são algumas das medidas.

PC World/EUA

02/02/2011 às 12h37

Foto:

Depois de oferecer espaço virtual ilimitado ao custo de 4,95
dólares/mês por vários anos, a empresa Mozy restringiu o serviço para
usuários domésticos. De agora em diante, o custo para 50GB de disco virtual
subiu para 5,95 dólares e para quase 13 dólares para 125GB. Neste último plano, é
possível adicionar outros três computadores para acessar o drive virtual. Cada
20GB de espaço extra que o usuário quiser custarão dois dólares mais, o mesmo preço é cobrado para estender o
acesso para PCs adicionais.

Volume de arquivos
A Mozy explica que o volume de dados tem aumentado muito no
últimos meses. Vídeos em formato de alta definição, por exemplo, ocupam mais
espaço que os arquivos de menor resolução. Também há de se pensar no fato de as
conexões de banda larga serem um incentivo para os usuários subirem arquivos
grandes.

A atitude da Mozy e de outros provedores de espaço virtual
sinalizam claramente o fato de a onda do espaço livre estar chegando ao final. Um
exemplo disso é o serviço S3, da Amazon, ter mantido a preços absurdamente baixos e
sem trazer retorno financeiro. E a responsabilidade é enorme. A Mozy sozinha
tem de dar conta de gerir 70PB (petabytes) o que equivale a 1 milhão de discos
rígidos de 70GB. Analistas sugerem que essa tendência vá chegar aos provedores
de computação em nuvem.

Ou seja: quem sabe a nuvem não seja tudo aquilo que
esperávamos dela em termos de espaço e de custo.

Tudo começou com a Google?
Essa sensação de que armazenar dados na web é fácil e barato
pode ter sido iniciada pela Google e seu serviço de armazenagem ilimitado anunciado
no Gmail. Há poucas pessoas que usam todo o espaço disponível no Gmail. Mantenho
uma conta lá desde 2004 e, até agora, usei apenas 35% dos 7547 MB de
espaço teoricamente disponível.

A própria Google sinalizou o final da política de gratuidade
ao, no ano passado, lançar o Google Docs Storage. Esse serviço oferece um
magérrimo espaço de 1GB sem custo. Qualquer GB a mais vem ao preço de 5
dólares/ano para 20GB ou 20 dólares para 80GB. Não são preços exorbitantes,
ao passo que para fazer o upload de arquivos nesse espaço é necessário usar a
interface da própria Google – longe de ser a opção mais intuitiva.

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