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Depressão pós Campus Party? Evento chega ao fim neste domingo
Depressão pós Campus Party? Evento chega ao fim neste domingo
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Depressão pós Campus Party? Evento chega ao fim neste domingo

Barracas, amigos e networking. Durante a 8ª edição, conversamos com campuseiros sobre a semana de acampamento. E eles contam sobre o que será importante na volta para casa

Carla Matsu, do iNOVA!Br

07/02/2015 às 18h41

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Foto:

Pouco importa se é a oitava Campus Party de Marcia Carioni, 50. Ela fala com o mesmo entusiasmo como se vivesse ali sua primeira edição. Professora de informática, Marcia é o tipo de "campuseira" com quem você pode tirar todas as dúvidas a respeito do evento e pedir direções, dicas e coisas do tipo. "Quando todo mundo vai almoçar aí é a hora de você tomar banho", indica para evitar possíveis horários de pico nos banheiros ou praça de alimentação, por exemplo. 

E nada de cansaço ou sinal de esgotamento: "'é como o bordão que eles usam aqui né: dormir é para os fracos", diz aos risos.

Para ela, a Campus Party é algo como uma redoma enquanto acontece, mas um núcleo em expansão quando acaba. "Todo o conteúdo que a gente aprende aqui, você leva para a sua vida depois", diz em relação às palestras que serão absorvidas por ela em sala de aula.

Conhecer pessoas é também uma consequência inevitável. Afinal, o evento reúne até amanhã 8 mil pessoas acampadas. "Somos uma família aqui", diz.

Segundo ela, outro sentimento inevitável é a "depressão pós Campus Party". "É algo muito comum. Por que você fica aqui em um ambiente muito divertido, conversa com todo mundo, adquire muito conhecimento e quando você vai para casa, você não quer dormir, não quer ficar sozinho, você que voltar para a Campus", explica.

 

Parceria 'geekie'

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O casal Gabriela Pastório, 18, estudante de arquitetura e Almir Braggio, 23, engenheiro de eletrônica, deixaram o estado do Paraná, onde moram, para fixar a residência durante uma semana na Expo Imigrantes. É  a segunda vez dele na Campus. A primeira dela. As expectativas dos dois eram semelhantes: "novas oportunidades".

"Você recebe muito conteúdo sobre empreendedorismo, abre bastante sua cabeça", conta Braggio, também analista de projetos. 

Nesta edição, ele e outros dois colegas que conheceu na edição anterior montaram equipe para participar de um dos Hackathons da Campus Party. "Quando eu participei a primeira vez, eu conheci muitas pessoas das quais eu tenho contato até hoje. Colegas de  São Paulo, Mato Grosso do Sul, Curitiba e Porto Alegre", conta.

 

"Comer não dá level em jogo"

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Separar prioridades na Campus Party é uma tarefa um pouco difícil para os milhares de campuseiros espalhados pela a arena do Centro de Exposições Imigrantes. Afinal, muitas atividades e palestras acontecem paralelamente. É preciso selecioná-las com certo critério. 

Mas a par disso, há  coisas do cotidiano - vistas como essenciais - que não ganham tamanha importância no evento: comer e dormir, por exemplo, estão entre elas. "No ano passado, de sete dias, eu não dormi dois", conta Leonardo Augusto Cunha, 22, estudante de Engenharia de Controle e Automação, de Minas Gerais. 

Ele e os amigos Daniel Sader Pontello Neves, 20, e Samuel Pereira, 19, ambos também estudantes do Instituto Nacional de Telecomunicações, em Santa Rita do Sapucaí, respondem em uníssono quando pergunto o que é mais importante levar para um evento como esses: "o computador!" ou em sua versão mais portátil o notebook. 

Sobre essa questão de sobreviver à Campus Party sem o mínimo recomendado de calorias, Daniel brinca: "dizem que comer não dá level em jogo, né". Os amigos riem. 

Em todo caso havia algumas opções caso a fome batesse. Lanches, salgados, pizzas se estreitavam na praça de alimentação do evento. Da mesma forma que computadores eram onipresentes na Campus, macarrão instantâneo era a solução mais prática e recorrida dos campuseiros. E claro, bolachas ou biscoitos.

Ganhar o título de campuseiro, para o grupo, é mais do que simplesmente acampar durante a programação. É um estilo de vida que também supera o final do evento. "Acho que ser um campuseiro nao é simplesmente chegar aqui e dormir todos os dias. É muito mais que isso. É trocar conhecimento, interagir com as pessoas. E o principal aqui, o essencial é a questão humana. São as pessoas que você conhece e elas se sentem em casa aqui, mesmo estando longe da casa delas. Aqui falamos a mesma língua", resume Leonardo.

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