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Delegacia de Crimes de Informática investiga Neymar por divulgação de fotos íntimas
Delegacia de Crimes de Informática investiga Neymar por divulgação de fotos íntimas
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Delegacia de Crimes de Informática investiga Neymar por divulgação de fotos íntimas

Ao compartilhar tais imagens, jogador feriu artigo do Código Penal que diz que é crime divulgar cena de sexo ou nudez sem o consentimento da vítima

Da Redação

03/06/2019 às 9h00

Foto: Shutterstock

Caso você tenha prestado atenção à internet no final de semana, deve ter acompanhado a repercussão que se levantou ao redor do jogador Neymar, acusado de estupro. No sábado (1), o jogador se defendeu da acusação, dizendo que a relação com a mulher que o acusa foi consensual, e para isso publicou um vídeo no Instagram onde declarou que é inocente.

Neymar também divulgou prints de conversas que eles teriam trocado no WhatsApp posteriores à data em que a mulher afirma ter sido estuprada - 15 de maio. Entre as frases, há imagens seminuas da mulher, com o rosto e partes íntimas borradas. Agora, a Delegacia de Repressão aos Crimes de Informática (DRCI) da Polícia Civil o Rio de Janeiro informou no domingo (2) que investiga Neymar pela divulgação de tais imagens íntimas da mulher que o acusa.

Ao compartilhar imagens íntimas da mulher, Neymar feriu o artigo 218-C do Código Penal, que diz que é crime “oferecer, trocar, disponibilizar, transmitir, vender ou expor à venda, distribuir ou divulgar por qualquer meio —inclusive por meio de comunicação de massa ou sistema de informática ou telemática– […], sem o consentimento da vítima, cena de sexo, nudez ou pornografia”.

A pena prevista é de reclusão de um a cinco anos, “se o fato não constitui crime mais grave”. Entretanto, a pena de Neymar pode ser agravada caso condenado, isso porque ela é aumentada de um terço a dois terços “se o crime é praticado por agente que tenha mantido relação íntima de afeto com a vítima ou com o fim de vingança ou humilhação”.

De acordo com reportagem da Folha de S. Paulo, o delegado da DRCI, Pablo Sartori, pretende ouvir Neymar sobre a divulgação das imagens e fazer uma perícia em seu telefone, já que as fotografias foram editadas para a colocação dos borrões.

A mulher, cujo nome não foi divulgado no boletim de ocorrência em que foi feita a acusação de estupro, também será intimada a depor.

 

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