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Como os táxis e ônibus autônomos prometem reinventar a mobilidade?
Como os táxis e ônibus autônomos prometem reinventar a mobilidade?
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Como os táxis e ônibus autônomos prometem reinventar a mobilidade?

Para além do congestionamento, nova geração de veículos tem potencial para revolucionar a mobilidade urbana, apostam especialistas

Da Redação

19/06/2019 às 9h46

Foto: Shutterstock

As grandes metrópoles têm um problema em comum: excesso no número de carros particulares e, consequentemente, engarrafamentos. Em São Paulo, por exemplo, quinta cidade mais congestionada do mundo, a frota de veículos quase triplicou nas duas últimas décadas, com os paulistanos passando quase três horas por dia no trânsito.

Por conta do estresse, dificuldade de locomoção e preocupação com o meio ambiente, as grandes cidades vêm buscando formas de minimizar o impacto do uso de carros. Hoje, algumas alternativas já estão sendo utilizadas no País, como os serviços de corridas compartilhadas, mas isso ainda não é o suficiente.

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Para os especialistas, os veículos elétricos autônomos, como ônibus e robôs-táxis têm potencial para resolver esses problemas e, de quebra, revolucionar a mobilidade urbana, tornando-a mais acessível e eficiente. A esperança é de que as novas tecnologias possam se popularizar ao longo dos próximos anos, mas ainda não se sabe quando os sistemas estarão prontos e como se dará a adoção por parte da população. As incertezas também vão além: caso sejam capazes de atender às demandas diárias, será que esses veículos colocariam fim à compra em massa de carros particulares?

Especificidades

Baseadas nessa realidade em potencial, muitas empresas já estão iniciando testes de carros e ônibus autônomos compartilhados, com previsão de lançamento dos serviços oficialmente entre 2019 e 2022. Para compreender melhor o que se deve esperar para os próximos anos, o McKinsey Center for Future Mobility (MCFM) desenvolveu um estudo detalhado a partir de pesquisas com consumidores, estimativas de especialistas e discussões com pessoas interessadas na tecnologia, visando minimizar as dúvidas sobre o assunto.

De acordo com as informações, os futuros robôs-táxis e ônibus autônomos deverão ser diferentes de acordo com a região, já que cada cidade possui especificidades próprias, como nível de congestionamento, impostos e infraestrutura. Sobre o assunto, a McKinsey explica que a adoção por veículos autônomos compartilhados deve variar conforme a necessidade do público, com frequências diferentes. Para a análise, a companhia definiu mais de 20 situações de uso, incluindo deslocamentos para compras, trabalho e transporte para aeroportos.

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Resultados

Os resultados da pesquisa mostram que a adesão de clientes depende de fatores de conveniência, como facilidade para encontrar vagas para estacionar, custos e tempo de viagem. De qualquer forma, os números demonstram que a introdução dos veículos autônomos deve aumentar o total de quilometragem percorrida em cerca de 10%, graças aos possíveis preços competitivos, acessibilidade a pessoas sem carteira de motorista e conforto.

Em relação ao preço, a McKinsey afirma que tudo dependerá dos gastos atuais em mobilidade. Para ser competitivo e atrair o maior número possível de clientes, as empresas de transporte autônomo podem estabelecer valores baixos, já que os custos de tecnologia diminuirão ao longo do tempo. Por outro lado, as autoridades provavelmente não permitirão que os preços sejam iguais ou menores aos do transporte público, pois os congestionamentos tenderiam a aumentar e causar outros problemas urbanos. Já a velocidade de adoção da tecnologia tende a depender das diferenças regionais, com aspectos importantes influenciando a popularização dos serviços, incluindo regulamentações e fatores econômicos.

O estudo realizado pela McKinsey mostra que existem grandes oportunidades para empresas lançarem serviços de corridas compartilhadas autônomas, mas que a popularização da tecnologia deve acontecer gradativamente. Ainda há uma série de inseguranças sobre o uso de veículos que dispensam motoristas por parte do público, o que precisa ser trabalhado com o aperfeiçoamento dos sistemas que vêm sendo desenvolvidos.

Ao que tudo indica, os veículos autônomos devem servir como alternativa para a mobilidade nas cidades, mas sem substituir os meios de transporte público e os carros particulares - pelo menos por enquanto.

 

 

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