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China exige libertação de executiva da Huawei presa no Canadá
China exige libertação de executiva da Huawei presa no Canadá
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China exige libertação de executiva da Huawei presa no Canadá

Governo chinês solicita que o pedido de prisão da CFO da empresa, Meng Wanzhou, seja retirado. Executiva é acusada de violar sanções contra o Irã.

Da Redação

09/12/2018 às 23h31

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Foto:

O governo da China se pronunciou no final de semana para exigir a libertação da executiva Meng Wanzhou, diretora financeira (CFO) da Huawei e filha do fundador da gigante chinesa, Ren Zhengfei, que foi presa na última semana no Canadá. As informações da Reuters e da BBC News.

Meng foi presa no último dia 1º de dezembro quando trocava de aviões em Vancouver, no Canadá, sob acusação de ter violado sanções dos Estados Unidos contra o Irã por meio de uma subsidiária chamada SkyCom entre 2009 e 2014. A executiva pode ser extraditada para os EUA e pegar até 30 anos de prisão no país, caso seja condenada.

De acordo com a agência de notícias, o Ministro das Relações Exteriores da China, Le Yucheng, solicitou no final de semana que os embaixadores dos EUA e Canadá soltem Meng e retirem o pedido de prisão da executiva.

“As ações dos EUA violam seriamente os direitos legais e legítimos dos cidadãos chineses, e por sua natureza foram extremamente desagradáveis”, afirmou Le ao embaixador americano, Terry Branstad. 

O ministro chinês também disse ao embaixador canadense, John McCallum, que a “China insiste fortemente que o lado canadense liberte imediatamente a pessoa detida...caso contrário, o Canadá deverá aceitar total responsabilidade pelas sérias consequências causadas”.

A prisão de Meng aconteceu justamente no dia em que os presidentes de EUA e China, Donald Trump e Xi Jinping, respectivamente, tinham anunciado uma trégua na guerra comercial travada entre os países, durante encontro do G20 na Argentina.

Segunda maior fabricante de smartphones do mundo, atrás apenas da Samsung, a Huawei é alvo de preocupação do governo dos EUA há algum tempo já, com agências como FBI e CIA tendo recomendado no início deste ano que os cidadãos americanos não comprassem produtos da empresa chinesa por suspeitas de espionagem.

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