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China alerta empresas sobre consequências de restrições impostas por EUA
China alerta empresas sobre consequências de restrições impostas por EUA
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China alerta empresas sobre consequências de restrições impostas por EUA

Autoridades chinesas se reuniram com grandes nomes do setor de tecnologia, incluindo Microsoft, Samsung e Dell, para barrar proibições de Trump

Da Redação

11/06/2019 às 13h29

Foto: Shutterstock

O governo chinês se reuniu, no início da semana, com gigantes de tecnologia, incluindo as americanas Dell e Microsoft e a sul-coreana Samsung, para alertar sobre as possíveis consequências que elas podem sofrer, caso cooperem com a proibição dos EUA de vender tecnologia americana para empresas chinesas. As informações foram publicadas pelo The New York Times com base em fontes que participaram das reuniões.

Os encontros foram coordenados por membros da Comissão Nacional de Desenvolvimento e Reforma da China, juntamente com o Ministério do Comércio e do Ministério da Indústria e Tecnologia da Informação, e direcionados a uma série de empresas que exportam mercadorias para o país. As autoridades informaram às empresas que se atendessem às restrições de Trump de comercializar tecnologias com uma lista de empresas chinesas, incluindo a Huawei, podem sofrer grandes consequências.

No mês passado, o governo americano proibiu empresas americanas de comprar equipamentos de companhias que apresentam risco para a segurança nacional. Como consequência, gigantes como Google, Microsoft, ARM e outras pararam de vender suprimentos tecnológicos para a Huawei.

Diante desse cenário, o governo chinês busca incentivar esforços por parte das empresas americanas contra as medidas de Trump para evitar possíveis consequências comerciais. No entanto, o The New York Times observa que as empresas americanas provavelmente não conseguirão avançar para não serem processadas por infringir a lei.

As reuniões ocorrem em meio às crescentes tensões entre EUA e China, uma vez que os dois países nivelaram as tarifas entre si como parte da guerra comercial. A situação deve seguir até o fim do mês, quando o presidente Donald Trump e o presidente chinês Xi Jingping se reunirão na cúpula do G20, no Japão.

 

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