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Chelsea Manning se recusa a falar sobre Wikileaks e volta à prisão
Chelsea Manning se recusa a falar sobre Wikileaks e volta à prisão
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Chelsea Manning se recusa a falar sobre Wikileaks e volta à prisão

Ativista disse que prefere morrer de fome a ter de depor na Justiça

Da Redação

17/05/2019 às 12h12

Foto: Creative Commons

A ativista e ex-militar norte-americana Chelsea Manning voltou à prisão nessa quinta-feira (16) após se recusar, novamente, a prestar esclarecimentos sobre documentos confidenciais do governo dos Estados Unidos que ela teria vazado ao Wikileaks, fundado por Julian Assange. As informações são da agência Associated Press.

Manning foi detida no dia 8 de março pelo mesmo motivo, quando se recusou a responder a perguntas sobre o WikiLeaks e Assange em um júri do estado da Virgínia. Ela foi solta no dia 9 de maio, tendo ficado em liberdade por uma semana.

O juiz distrital Judge Anthony pediu a recente detenção de Manning, argumentando que um tempo maior na prisão poderia convencê-la a cooperar com o governo. Entretanto, a ativista disse que "prefere morrer de fome" a mudar de ideia, afirmando que, "por princípio", não vai depor à Justiça. Manning deve ficar ficar presa até que ela resolva depor ou até expirar o prazo de 18 meses determinado pela justiça norte-americana.

Em 2013, Manning foi condenada a 35 anos de prisão após ter sido considerada culpada do maior vazamento de documentos confidencias da história dos Estados Unidos. Em 2017, o ex-presidente Barack Obama comutou a pena de Manning, e ela foi libertada da prisão militar do Kansas, onde estava inicialmente presa.

Julian Assange está detido desde 11 de abril, quando governo do Equador suspendeu o asilo político concedido a ele e autorizou a detenção dentro da embaixada equatoriana no Reino Unido. Um tribunal de Londres o condenou a 50 anos de prisão.

 

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