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Brasileiros criaram cerca de 7 fintechs por mês nos últimos três anos
Brasileiros criaram cerca de 7 fintechs por mês nos últimos três anos
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Brasileiros criaram cerca de 7 fintechs por mês nos últimos três anos

Segmentos de crédito, criptomoedas e meios de pagamentos lideraram as aberturas nesse período, segundo estudo do Distrito

Da Redação

09/05/2019 às 8h00

Foto: Shutterstock

Entre 2016 e 2018, surgiram 231 fintechs no Brasil, o que dá uma média de cerca de 7 empresas por mês. A conclusão é do estudo FinTech Mining Report, elaborado pelo Distrito, empresa de inovação aberta. Os segmentos que mais atraíram novos empreendedores nesse período foram o de crédito, com 29 aberturas, e o de criptomoedas, com 27, e o de meio de pagamentos, com 18.

Segundo o mapeamento, há atualmente no Brasil 550 fintechs, divididas em 14 áreas de atuação: backoffice, câmbio, cartões, crédito, criptomoedas, crowdfunding, dívidas, fidelização, finanças pessoais, investimentos, meios de pagamento, compliance, serviços digitais (bancos, contas e e-wallets) e tecnologia.

Das 550 pesquisadas, 86,6% foram abertas entre 2010 e 2018, massivamente por homens: somente 12% das sócias são mulheres. Sete em cada dez startups financeiras faturam até R$ 5 milhões e tem entre 1 e 20 funcionários.

A maior parte delas, 114, estão na categoria meios de pagamento, que incluem automação de processos de boletos e cobranças, facilitação de pagamento via mobile e soluções de pagamento no ponto de venda, como maquininhas de cartão. Em seguida, vêm as fintechs de crédito (65), backoffice (66), risco e compliance (51) e criptomoedas (43).

Mais da metade, 54,4%, são B2B, ou seja, fornecem serviços para outras empresas. “Algumas até começam B2C, mas chegar no consumidor final e formar uma boa base de clientes requer muito mais investimento financeiro”, explica Gustavo Gierun, co-fundador do Distrito.

Onde elas estão?

O estudo do Distrito também indica que, assim como as demais startups, as fintechs estão concentradas na região Sudeste – 74,5% estão na região, sendo 57,9% apenas em São Paulo. Minas Gerais aparece na vice-liderança. Com bem menos tradição que o Rio de Janeiro no mercado financeiro, a posição do Estado foi um tópico de destaque, na avaliação de Gierun. Rio de Janeiro, Paraná e Rio Grande do Sul aparecem na sequência.

Superfintechs

O estudo mapeou ainda categorias de superfintechs, as mais expressivas nos indicadores faturamento, número de funcionários e visibilidade, e de fintechs para ficar de olho: as que têm apresentado rápido crescimento e relevância dentro do mercado de serviços financeiros.

São 14 as superfintechs, as duas primeiras já unicórnios (com valor de mercado acima de US$ 1 bilhão): Nubank, Stone, Certisign, Clearsale, Conductor, Conta Azul, Contabilizei, Creditas, Ebanx, Geru, GuiaBolso, Neon, Pravaler, Recargapay, Trigg, Weel e Zoop. Nessa lista, Creditas, ContaAzul e Ebanx estão entre as possíveis novas unicórnios brasileiros, segundo estudo da Distrito.

Na categoria para ficar de olho, estão Warren, Rebel, Olivia, Neurotech, FinanZero, Omie, 4all, Iugu, Magnetis, Concil, Asaas, Vindi, Finpass, BomPraCrédito, Koin, Idwall, Avante, Acesso e Biz.

 

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