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Bing ganha mercado, mas analistas ainda temem por seu futuro
Bing ganha mercado, mas analistas ainda temem por seu futuro
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Bing ganha mercado, mas analistas ainda temem por seu futuro

Nos EUA, mecanismo de busca da Microsoft dobrou sua participação em dois anos. Ainda assim, é deficitário e não ameaça domínio do Google.

Computerworld/US

19/10/2011 às 16h20

Foto:

O CEO da Microsoft, Steve Ballmer, comentou o desempenho do Bing, o mecanismo de busca da companhia, na última terça-feira (18/10) durante o evento Web 2.0, realizado em São Francisco, nos Estados Unidos. A ideia era compará-lo ao gigante do setor, o Google, que ainda se mantém confortavelmente na liderança.

Segundo Ballmer, o Bing ganhou relevância, ao elevar sua participação no mercado americano de 7%, quando do lançamento em 2009, para os 15% atuais – ante 65% do Google. “Preparamos o terreno para a reinvenção da área”, afirmou.

Analistas, no entanto, questionam o quanto de mudança o mecanismo de busca pode trazer se ainda nem se aproximou da popularidade de seu concorrente.

“A questão é que o Google é um bom produto e você não altera significativamente o mercado ao lançar um serviço apenas adequado; os usuários simplesmente não alteram seus hábitos com facilidade”, disse Rob Enderle, analista do Enderle Group. “A Microsoft gasta um décimo do que deveria para colocar a rival em risco. Está consumindo seus recursos em vez de usá-los em um setor onde é mais competente”.

Leia mais: Como a Microsoft pretende derrubar o Google

Graças à parceria com o Yahoo – restrita aos Estados Unidos – a Microsoft ganhou terreno. O avanço, embora constante, é tão pequeno que nem chega preocupar a companhia de Mountain View. “A Microsoft e o Yahoo – se ele ainda estiver no jogo daqui a seis meses – não conquistarão o setor enquanto o Google se mantiver com o mesmo índice. Eles precisam de uma fatia de pelo menos 35%”, afirmou Hadley Reynolds, analista do instituto IDC.

Ezra Gottheil, da Technology Business Research, acredita que o Bing não está nem próximo de se tornar lucrativo. “Mas é provável que seu crescimento continue e, em algum momento, passe a render mais do que consome. Ainda assim, não acredito que a Microsoft recuperará o dinheiro investido”, aposta.

Ballmer enfatizou a parceira da Microsoft com Twitter e Facebook, que permite anexar conteúdo das redes sociais ao mecanismo de busca. Essa talvez seja a principal vantagem em relação à Google, que parece estar distante de um acordo – principalmente agora que lançou o Google+, que vislumbra uma maior participação na área de mídia social.

“É como se a Microsoft estivesse em uma batalha contra a Google. Ballmer está se agarrando a qualquer oportunidade para enfraquecê-la; no caso, sua surpreendente parceria com as redes sociais”, afirmou Reynold.

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