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Apple pede a Trump que não aumente tarifas de importação à China
Apple pede a Trump que não aumente tarifas de importação à China
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Apple pede a Trump que não aumente tarifas de importação à China

Se adotadas, novas tarifas afetarão praticamente todos os principais produtos da Apple, como iPhone, iPad, MacBook, Apple Watch e iMac

Da Redação

24/06/2019 às 10h17

Foto: Shutterstock

A Apple solicitou que o governo norte-americano não aumente as tarifas em 25% sobre uma nova lista de produtos importados da China, afirmando que as mudanças reduziriam a contribuição da empresa para a economia dos Estados Unidos. De acordo com informações da Bloomberg, a gigante da tecnologia enviou uma carta ao representante comercial dos EUA, Robert Lighthizer.

Caso Trump prossiga com o planejamento, as novas tarifas afetarão praticamente todos os principais produtos da Apple, como iPhone, iPad, MacBook, Apple Watch e iMac. Além disso, dispositivos de menor volume também serão prejudicados, incluindo o HomePod, fones de ouvido e peças de reposição. Foi a primeira vez que a companhia de Tim Cook mencionou a afetação do iPhone, que é responsável por cerca de dois terços das vendas da Apple e por cerca de 60% do seu lucro.

Para defender seu posicionamento, a empresa afirmou ser uma das maiores criadoras de empregos dos EUA, com mais de 2 milhões de colaboradores diretos e indiretos. A companhia também disse ser o maior contribuinte corporativo do país e prometeu recompensar a economia norte-americana em mais de US$ 350 bilhões nos próximos cinco anos.

A Apple cria e vende a maioria de seus produtos nos EUA, mas os importa da China depois da montagem, fazendo com que a empresa se torne uma das organizações mais expostas ao novo regime de tarifas. Por conta dos riscos, a companhia pode estar avaliando a transferência de partes da produção para outros lugares da Ásia, mas essa pode não ser a melhor saída.

Para os especialistas, tirar a produção do solo chinês também cria riscos para Tim Cook. Os fornecedores da Apple empregam milhões de pessoas na China e sua relação com o governo é baseada, ainda que parcialmente, nessa contribuição para a economia. Uma possível saída da China pode ameaçar os empregos e, consequentemente, prejudicar o relacionamento com o governo, aumentando potenciais obstáculos para a comercialização de produtos da Apple no país.

Centenas de empresas e grupos comerciais dos Estados Unidos estão participando de uma audiência pública para discutir as novas taxações. As tarifas podem ser impostas após a finalização do prazo de contestação, no dia 2 de julho.

 

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