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Acionistas da Amazon rejeitam suspensão de software de reconhecimento facial
Acionistas da Amazon rejeitam suspensão de software de reconhecimento facial
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Acionistas da Amazon rejeitam suspensão de software de reconhecimento facial

Grupo de direitos civis pressionavam acionistas para votarem contra o uso da tecnologia Rekognition

Da Redação

24/05/2019 às 9h00

Foto: Shutterstock

Acionistas da Amazon votaram contra propostas de restringir as vendas da polêmica ferramenta de reconhecimento facial Rekognition e de limitar a emissão de carbono. A votação foi realizada na quarta-feira (22), durante reunião anual de acionistas.

A proposta enviadas por ativistas pressionavam os acionistas da varejista a votarem contra o uso do software Rekognition por autoridades. De acordo com os ativistas, a ferramenta “facilita a vigilância generalizada do governo”, aumenta riscos de prisões equivocadas e esbarra em preceitos da liberdade civil. Já os funcionários reivindicaram ações por parte da empresa contra a mudança climática.

Por meio de uma carta, o grupo de direitos civis American Civil Liberties Union (ACLU) pediu a proibição da venda da Rekognition para a aplicação da lei e a revisão de seu uso pela polícia. Em resposta, a Amazon recorreu ao órgão de proteção ao investidor (SEC) em uma tentativa de impedir que as propostas chegassem à votação, mas a agência permitiu que elas continuassem.

"O fato de que precisava haver uma votação sobre isso é um embaraço para a equipe de liderança da Amazon", afirmou Shankar Narayan, da ACLU de Washington (EUA), em comunicado. "Isso demonstra que os acionistas não têm confiança de que os executivos da empresa estão entendendo ou abordando adequadamente os impactos civis e de direitos humanos ao facilitar a vigilância generalizada pelo governo".

Ao mesmo tempo, milhares de funcionários da Amazon assinaram uma carta aberta ao CEO Jeff Bezos que formaliza uma proposta relacionada à mudança climática e exige a adoção de um plano abrangente pela empresa.

E um post no Twitter, os funcionários da Amazon (@AMZNforClimate) argumentaram: "As medidas incrementais não são mais aceitáveis ​​neste momento de emergência climática. Quase 7.700 funcionários da Amazon entendem que a Amazon deve ter um plano abrangente que corresponda à escala e à urgência da crise climática”.

O conselho da Amazon votou contra todas as propostas. No mesmo dia, em Washington, um comitê do Congresso para debater o impacto das tecnologias de reconhecimento facial nos direitos civis. Durante a audiência, o deputado republicano Mark Meadows ressaltou a necessidade de trabalhar em uma legislação sobre a tecnologia de reconhecimento.

 

 

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